domingo, 17 de maio de 2020
DESVENDANDO AS LENDAS DO PALACETE BOLONHA
terça-feira, 21 de abril de 2020
CONFISSÕES DE UMA AGENTE FUNERÁRIA
Outra característica frustrante da morte para os seres humanos: é saber que ela não depende da nossa vontade. Você pode estar acostumado em mandar no garçom, em seu computador, em seu cachorro, em seu empregado e em seu corpo… Mas com a morte, nanananão… não é assim que as coisas funcionam, queridão. Você pode espernear, chorar, se lamentar, se esconder, que, cedo ou tarde, ela vem, por mais que você não queira; lhe cabendo apenas antecipar ou não sua vinda.
Ironicamente, foi necessário que o nosso cérebro se desenvolvesse por milhares de anos, gerando nossa inteligência, para que o ser humano fosse capaz de perceber que um dia sua vida chegará ao fim. (Né sacanagem?). E ao descobrir isso, o que fez este ser tão inteligente, que se acha o “pica das galáxias”? Respondo: Tenta, por todos os meios, negar que a morte existe, ignorando-a. E todo uma grande rede de indústrias surgiu para dar ao ser humano o suporte para a ilusão de que a morte não existe. Todo ano estas indústrias ganham bilhões de dólares, produzindo livros de autoajuda com os títulos: “Como Ser Jovem para Sempre”, ou profissionais que prometem a seus fregueses a retardar a velhice, por meio de polivitaminas, cirurgias plásticas, alimentação natural, ou ainda a última novidade em produtos de maquiagem.
Vi com o canto do olho uma garotinha subir para o local onde a escada rolante encontrava a grade do segundo andar. Enquanto eu olhava, ela passou por cima da grade e despencou dez metros, caindo de cara em uma bancada laminada com um baque horrível. “Meu bebê! Não, meu bebê!”, gritava a mãe dela, descendo pela escada rolante, empurrando violentamente as pessoas para o lado enquanto uma multidão se formava. Até hoje, nunca ouvi nada tão de outro mundo quanto os gritos daquela mulher. Meus joelhos falharam, e olhei para onde meu pai estava, mas ele sumiu com a multidão. Onde antes ele estava, só havia o banco vazio agora. Aquele baque, o barulho do corpo da garota batendo no laminado, se repetiria na minha mente sem parar, um baque surdo atrás do outro.Ela conta que este fato gerou um trauma nela que ela só se livrou dele quando passou a encarar a morte diretamente. Sabe como? Trabalhando em um crematório.
Caitlin passou a preparar cadáveres para funerais, maquiando-os, lavando-os, barbeando-os, guardando-os no refrigerador, transportando-os de seus locais de morte para o necrotério do crematório, e também preparando o forno crematório, cremando os cadáveres, triturando seus ossos queimados e guardando-os juntos com as cinzas em urnas funerárias.
Em uma tarde, Chris e eu saímos do crematório na van branca e fomos até Berkeley pegar Therese Vaughn. Therese morreu na cama aos 102 anos. Ela nasceu quando ainda faltavam anos para a Primeira Guerra Mundial — a Primeira Guerra Mundial! Depois de voltar à Westwind e colocar o corpo dela no refrigerador, cremei um bebê recém-nascido que viveu apenas três horas e seis minutos. Depois da cremação, as cinzas de Therese e as cinzas do bebê eram idênticas em aparência, ainda que não em quantidade.A autora também conta histórias bizarras acontecidas com ela no crematório, como o dia em que foi cremar o corpo de uma mulher obesa, em que a gordura do cadáver transbordou do forno, caindo no chão do crematório, lhe obrigando a apará-la em baldes e baldes, cheios de gordura humana, fazendo sujar sua roupa com o líquido grosso, cadavérico.
Para Caitlin Doughty, mais uma vez, esta estratégia pertence a cultura de negar a morte; em alguns casos se tornou até popular o velório sem corpo presente. É que para ela a ideia de que um dia nós iremos morrer, nos orienta a viver melhor, a gastar o tempo que resta de nossas vidas com coisas que são realmente importantes, que valha realmente a pena, e, que ao sabermos que nosso tempo de vida se esgota, também nos leva a realizarmos logo nossos planos de vida, enquanto a cultura da ilusão, nos leva a procurar inutilmente uma juventude que não existe mais, a sermos tapeados, levando as pessoas a desperdiçar o tempo que lhes resta com coisas fúteis e desnecessárias, levando também ao desgaste psicológico de não aceitar o envelhecimento, ou a própria morte.
Os cadáveres mantêm os vivos presos à realidade. Eu tinha vivido toda a minha existência até começar a trabalhar na Westwind relativamente distante de mortos. Agora, eu tinha acesso a montes deles, empilhados no freezer do crematório. Eles me obrigavam a encarar minha própria morte e a morte dos meus entes queridos. Por mais que a tecnologia possa ter se tornado nossa mestra, precisamos apenas de um cadáver humano para puxar a âncora do barco e nos levar de volta para o conhecimento firme de que somos animais glorificados que comem, cagam e estão fadados a morrer. Não somos nada mais do que futuros cadáveres.
Confissões do Crematório, é um livro de descrições e pensamentos fortes, que pode chocar, mas conta com a boa e bem humorada escrita de sua autora, que suaviza muito o tema da morte. Mas morte é morte, e uma escrita divertida aplicada a tal tema é como adoçar com açúcar um remédio amargo e intragável, que mesmo com toda o açúcar do mundo, sempre deixará um gosto amargo no final.
quarta-feira, 8 de abril de 2020
RELATO DO LEITOR: A Chave Sumiu e Reapareceu de Forma Inexplicável (por Bosco Silva)
Naquela manhã, o telefone já devia estar tocando há alguns minutos quando fui, cambaleando de sono, atendê-lo. Do outro lado da linha, minha tia me dizia que seu irmão acabara de falecer. O choque da surpresa fez meu sono passar instantaneamente. Fui para um dos quartos de minha casa, o qual estava fechado com a chave para o lado de fora da porta, para pegar uma caneta para anotar algo. Ao sair do quarto, na hora de fechar a porta, noto que a chave não se encontrava na mesma. Procuro-a na sala, no corredor, na cozinha, etc. Volto novamente para o mesmo quarto. Procuro-a debaixo da cama, ao redor da mesma, em cima das prateleiras, etc. Não a encontro. Olho para o criado-mudo ao lado da cama e vejo um papel dobrado, cuidadosamente, em forma de quadrado, que chama minha atenção. Pego-o, desdobro-o, lentamente... E qual não foi minha surpresa ao descobrir que a chave se encontrava cuidadosamente embrulhada no mesmo papel! Sim, lá estava a única chave. Teria eu mesmo feito aquilo, e não me lembrava? Mas como eu não lembraria se teria tido todo o dispendioso tempo de embrulhar cuidadosamente o papel? Eu, hein!
E aí, você tem uma história dessas para contar? Mande para o BORNAL.
sexta-feira, 27 de março de 2020
MADAME SATÃ: NEGRO, "BICHA", BANDIDO E BOM DE BRIGA
Negro, pobre e homossexual, Madame Satã foi um personagem controverso que lutou contra o preconceito durante os anos de 1920, em um Brasil extremamente racista e homofóbico.
Foi na Lapa, que passou a conviver em meio a marginalidade e os malandros da época, virando menino de rua, se envolvendo em pequenos crimes. E também na rua que descobriu sua homossexualidade: “eu fui homem algumas vezes e fui bicha algumas vezes. Eu gostei mais de ser bicha” disse ele.
Em meio aos malandros aprendeu a lutar capoeira, se tornando hábil lutador, causando medo em malandros e até mesmo em policiais.
E motivado por uma jovem dançarina com quem fez amizade, em 1928, esta lhe arrumou a oportunidade de se exibir no palco em uma casa de show. Seu espetáculo foi um sucesso, e lhe proporcionou fama imediata no bairro. Contudo, foi nesse mesmo ano que um incidente lhe levaria a assassinar um guarda, que o havia provocado. O fato aconteceu quando um guarda-civíl, o chamou repetidas vezes de “veado”; passando também a provocá-lo com empurrões e tapas. Madame Satã tentou não dar importância ao fato, mesmo com pessoas terem visto a humilhação. Voltou então para seu quarto. Porém no quarto sua raiva subiu ao nível do insuportável, ao relembrar as cenas novamente. Então, de posse de um revólver, voltou ao local, e matou seu agressor com tiros.
Madame Satã foi condenado a prisão pelo homicídio. Porém, passou apenas dois anos na prisão, após ter sido apontado como crime de legítima defesa. Após este fato, João Francisco passou a receber bastante convites de emprego de segurança, trabalhando em bordéis, protegendo prostitutas, outros malandros. Contudo, policiais não engoliriam tão facilmente a morte de companheiro de trabalho, o que fez que Madame Satã se torna-se sempre alvo das investidas de policiais, o que se agravava ainda mais com o fato de que ele não suportava ver policiais agredindo a população mais fraca, intervindo sempre que podia, espancando policiais.
Um dia, um sargento disparou seis tiros nele e, ao verificar que não foi atingido, correu atrás do policial desferindo-o navalhadas, inclusive em sua nádega. Desse momento adiante Madame Satã ficou conhecido como aquele que tinha dado uma navalhada na bunda de um policial.
Outras ousadias suas contra a polícia se tornaram bastante popular, como a vez que após, centenas de vezes, ser revistado, foi marchando sozinho até a delegacia de polícia, entrou e espancou o delegado. O que lhe acarretou mais um tempo de prisão: ao todo foram 27 anos, de idas e vindas dos presídios.
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| Lázaro Ramos como Madame Satã no Filme Homônimo de 2008 |
Antes de adquirir seu famoso apelido, Madame Satã havia se casado com uma mulher, com quem criou seis filhos adotivos. Madame Satã se orgulhava de ter sido bom pai, e de ter transformado seus filhos em boas pessoas. Em uma entrevista, como exemplo, citou que uma filha havia se tornado musicista (professora de acordeão), um filho havia se tornado soldado e outro… delegado de polícia!
Madame Satã faleceu em 12 de abril de 1976.
sexta-feira, 20 de março de 2020
CONHEÇA EPIDEMIAS QUE AMEAÇARAM IGREJAS E A FÉ EM DEUS
Vermes
Peste Negra
Vírus
ocorrido acima, não se prende apenas ao passado. Em 2009, houve a pandemia da gripe suína, provocado pelo vírus h1-n1, que causou milhares de mortes pelo mundo. O ambiente fechado das igrejas, e o contato próximo entre os fiéis, se tornava um ambiente excelente para a transmissão da gripe. Proibiu-se, dentro das igrejas católicas, o recebimento direto, na boca do devoto, da hóstia, dada pelos padres, e o governo teve que desestimular a ida de fiéis às igrejas.
Coronavírus
Em 2020, temos mais uma pandemia, dessa vez de coronavírus, que põe à prova mais uma vez os rituais religiosos das mais populares crenças religiosas do mundo.
Religiões, Vermes e Vírus
A derrocada dos essênios para os vermes, nos “mostra o que acontece quando se leva as coisas bíblicas demasiado fundamentalista ou literalmente, como fazem em muitas partes do mundo, e quais são as consequências últimas desse fundamentalismo”.
Quem diria que estes pequenos seres, vírus e vermes, seriam capazes de destruírem crenças e rituais vindas do próprio “todo-poderoso, Deus”.
terça-feira, 17 de março de 2020
RELATO DO LEITOR: O Quadro do meu Avô (por Rafael Silva)
RELATO DO LEITOR: O Quadro do meu Avô (por Rafael Silva)
Mamãe foi pra garagem de casa de manhã cedo pra ficar sentada olhando pra rua, ela disse que nosso gato Bruce tava deitado em uma cadeira lá, e que nossa cachorrinha, Meg, sentou na outra cadeira, também ao seu lado. Eles estavam com ela quando ela ouviu algo caindo no chão, fazendo um barulho alto na sala. Era o quadro com a foto do meu avô que estava na parede que tinha caído no chão, e caiu com a parte do vidro pra baixo, e não quebrou. Mamãe estranhou, porque ela falou que não tava batendo vento, nesse momento, e que nenhum outro quadro caiu junto, mesmo os que ficam em cima do balcão grande onde fica um monte de quadros com fotos, estes nem mesmo se mexeram, e que nenhum outro quadro nunca tinha caído de lá, porque ela sempre teve o cuidado de não deixar eles na beira para cair.
Eu não creio que foi o vento, pois nada caiu de cima além do quadro, e realmente eles nunca ficam na beira pra não cair. E, como dito, não foi também o gato nem a cachorrinha, que estavam nas cadeiras, juntos de minha mãe.
O ocorrido realmente deixou minha mãe intrigada, principalmente quando ela percebeu que o quadro caiu no dia que meu avô completava um ano de falecido.
*O quadro acima é somente para ilustrar o relato.
sexta-feira, 13 de março de 2020
CASAS DE BELÉM FORAM CONSTRUÍDAS COM LÁPIDES DE CEMITÉRIO
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| Ária Atual do Cemitério Comparada com seu Tamanho Original |
“Aqui jazem os restos de João Francisco Verdete, natural de Portugal, nascido em 1818 e falecido em 1858”.
"Quando meu pai foi reformar nossa casa, as pedras das janelas eram pedras de sepulturas e tinham os nomes dos falecidos. O porão da casa quando foi feito a retirada de terra para tornar habitável foram encontradas várias lápides e diversos outros objetos de cemitério. Foram achadas correntes que prendiam escravos. A vida passa, e quem sabe, daqui a alguns anos a mesma história será contada incluindo o Cemitério da Soledade."
quinta-feira, 12 de março de 2020
SUZANE RICHTHOFEN: LIVRO TRAZ DETALHES SOBRE O CRIME QUE CHOCOU O PAÍS
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| Gugu, Suzane e Sandra |
Em 2015, após dez anos de silêncio, Suzane, durante entrevista com o Gugu, para seu programa de TV, ela afirmou: “Tive culpa e estou pagando”. O programa mostrava que Suzane havia se tornado lésbica na prisão, namorando sua colega de cela, Sandra Regina Gomes, condenada pelo sequestro de um adolescente que fora morto, Suzane havia acabado relacionamento amoroso com outra detenta famosa, Elize Matsunaga, responsável por matar o marido com um tiro, e depois ter desmembrado seu corpo, enquanto estava vivo, e pô-lo em malas a fim de desová-lo. Gugu, por meio do programa, beneficiou a presa oferecendo objetos para maior conforto de sua cela.
O lado manipulador de Suzane Richthofen
Mas teria mesmo Susana Richthofen se arrependido de ter mandado matar seus pais?
No livro Suzane, Assassina e Manipuladora, o jornalista Ullisses Campbell, como bem mostra seu título, mostra uma Suzane extremamente manipuladora e sem remorsos, que responde de forma negativa a pergunta feita acima.
Suzana foi a autora intelectual da morte de seus país. Manipulou seu namorado e o irmão deste para cometerem o crime, argumentando que era abusada pelo pai. Tudo mentira. Por ter seu pai proibido seu namoro com alguém que aparentava não lhe dar um bom futuro, Suzana passou a conjecturar que sua felicidade dependia da ausência de seus pais.
O lado manipulador e dissimulado de Suzane Richthofen ficou evidente não apenas por meio de seu crime e de seu choro durante o enterro dos pais, mas se evidenciou também na prisão. Suzane usa de sua beleza para conquistar vantagens de médicos, carcereiras e presidiárias. Manteve relacionamento com Sandra Regina, presa que impunha autoridade sobre outras detentas na prisão, o que conferia a Suzane proteção. Quando Sandra foi transferida para o sistema semi-aberto, o romance havia terminado. Mas tarde Suzane manteria relacionamento com Rogério Olberg, que a conheceu durante suas visitas de evangelização, namorando com este desde 2015 e, nas saidinhas, vai com ele para Angatuba, a 200 km da capital paulista. “A mente de Suzane é um mistério. Acredito que ela usa esse namorado porque não tinha para onde ir. Inicialmente, ela desdenha de Rogério. A família dele está dividida: metade acredita no amor de Suzane, a outra não.” Afirma Ullisses Campbell.
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| Suzane e seu Namorado Rogério Olberg |
Para escrever o livro-reportagem dividido em 10 capítulos, o autor passou 3 anos pesquisando o tema e se debruçou em cerca de 6 mil páginas do processo de execução penal. Também realizou entrevistas com advogados, promotores, delegados, médicos legistas, psicólogos, mas também com 56 detentas e 16 funcionários das penitenciárias por onde passou Suzane ao longo dos 16 anos de prisão. O autor também entrevistou Cristian Cravinhos sobre o crime.
A ideia para o assassinato teria surgido em conjunto: “Nós só seremos felizes no dia em que seus pais não existirem mais”, teria dito Daniel para Suzane, que afirmou estar “espantada com a transmissão de pensamento”, segundo o livro.
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| Família Richthofen |
Os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos afirmaram que estavam sob efeito de drogas quando mataram os pais de Suzane, graças a ela ter afirmado que era violentada pelo pai desde a infância, uma das mentiras inventadas para convencimento do namorado. Os dois prepararam duas barras de ferro em forma de “L” para cometer o assassinato. Se posicionaram cada um em um lado da cama, para que cada um desferissem ao mesmo tempo golpes de ferro na cabeça de Marísia e Manfred von Richthofen.
O livro também afirma que a fim de desgrudar pedaços de crânio do bastão de ferro, “Cristian afundou rapidamente o bastão no crânio da vítima e puxou fazendo um movimento brusco, espalhando massa encefálica pelo colchão da cama”.
Após o crime, os Cravinhos se desesperaram e mostraram arrependimento, tanto que, anos depois, os dois conseguiram cumprir parte da pena no regime aberto.
Suzana ainda continua presa: “Até hoje ela não provou que está arrependida do que fez, não provou que não vai voltar a matar e não passou no teste psicológico, que aponta mentiras, narcisismo, agressividade camuflada e infantilidade”, revelou o autor do livro.
sexta-feira, 6 de março de 2020
2 GIRLS 1 CUP: CONHEÇA A HISTÓRIA DO VÍDEO QUE ENOJOU A INTERNET
O filme contém cenas de defecação, contato com fezes, vômito e ingestão destes produtos pelas atrizes, em meio a cenas de lesbianismo. Tudo isso tendo como trilha sonora a romântica canção Lovers Theme, do álbum Romantic Times, do artista francês Hervé Roy.
Origem
O vídeo é de autoria do distribuidor e pornógrafo brasileiro Marco Antônio Fiorito (nascido em 1 de julho de 1971, em São Paulo), que se descreve como um "fetichista compulsivo", e resolveu explorar o obscuro mercado de fetiches sexuais com seus filmes em 1994, e em 1996, começou a produzir filmes com sua esposa, Joelma Brito, que se tornou uma conhecida atriz de filmes de fetiche, com o nome artístico de Letícia Miller. Logo, Fiorito passou a explorar o fetiche da coprofilia, criando a produtora MFX Video, uma das várias empresas de propriedade de Fiorito.
2 Girls 1 Cup e Escatofilia
Fetiche é o nome usado para denominar a excitação sexual provocado por objetos, comportamento, situações, etc. que não estão relacionados diretamente ao ato sexual, mas que pode causar excitação quando ligado a alguma fantasia sexual (como transar no elevador), ou a algum comportamento (como se excitar ao vestir-se de bombeiro, policial, etc.), gosto particular de cada pessoa. Assim há aqueles que se excitam com mulheres vestidas de sapatos de salto alto, ou que se excitam com o cheiro da mulher desejada ao cheirar suas roupas íntimas, ou até ao ouvir a voz sexy de alguém, etc.
Porém, apesar do que possa parecer, segundo Marco Fiorito, as fezes do filme são falsas, foi usado uma mistura a base de chocolate, que é introduzida no ânus das atrizes, para simular uma defecação. O que já foi confirmado pelo próprio produtor:
"Eu já fiz filmes fetichistas com fezes, simulando usando chocolate em vez de fezes. Muitos atores fazem filmes de dispersão, mas não concordam em comer fezes." - Marco FioritoQuanto ao vômito, as atrizes estando de estômagos vazios, tomam iogurte, ou algo semelhante, que será em seguida despejado via estômago na companheira. Bem, sendo assim, pode-se considerar que os vômitos são verdadeiros.
Proibição Americana
Autoridades nos Estados Unidos classificaram alguns filmes de Fiorito como obscenos e ajuizaram acusações contra Danilo Croce, um advogado brasileiro que mora na Flórida, listado como um oficial de uma empresa que distribui os filmes de Fiorito nos Estados Unidos. Fiorito explicou que se soubesse que vender seus filmes nos EUA eram ilegais, ele teria parado. Em sua declaração ele afirmou "eu teria parado porque o dinheiro não é a principal razão que eu faço esses filmes".
FONTE: Wikipédia








































