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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

A INCRÍVEL SEMELHANÇA ENTRE O SER HUMANO E AS ESTRUTURAS DO UNIVERSO





A INCRÍVEL SEMELHANÇA ENTRE O SER HUMANO E AS ESTRUTURAS DO UNIVERSO


Você já reparou na semelhança entre as linhas de uma mão humana e as nervuras de uma folha de árvore? Nos galhos de uma árvore e nos brônquios de um pulmão humano? Ou na semelhança entre uma descarga elétrica e as artérias de nossos corpos?


A semelhança entre nós e outros seres, não acontece apenas com nosso corpo, também com nossa mente e o universo.

 



O fato de teorias matemáticas, extremamente abstratas, criadas sem nenhum propósito de aplicabilidade à realidade, que com o tempo acaba se descobrindo que elas podem ser aplicadas de alguma forma à realidade, deixa claro a semelhança entre as estruturas criadas pela mente humana e a estrutura do universo, o que permite sua aplicabilidade, mostrando uma íntima conexão entre o pensamento humano e o universo, como se existisse uma pré-adaptação de nossa mente ao universo. 


Acima, as Marcas Deixadas em Pessoas Atingidas por Raio, que Incrivelmente se Assemelha ao próprio Raio, Devido ao Formato Semelhante de Nossas Artérias

A moderna física quântica está cheia de exemplos disso. Várias vezes uma nova partícula de matéria é descoberta matematicamente, décadas antes de ser detectada fisicamente por aparelhos.


Stephen Hawkings

Este enigma já era conhecido por matemáticos antigos, e tem se confirmado cada vez mais com o progresso da matemática e da física moderna. O que levou mentes geniais a argumentar que “A matemática é a linguagem que Deus escreveu o universo”, Galileu Galilei (1564 - 1642). Ou: “A matemática é a única linguagem que temos em comum com a natureza”, Stephen Hawkings (1942 - 2018).


Outro bom exemplo disso é nossa concepção de infinito que, embora nunca tenhamos presenciado algo infinito, porém, somos capazes de concebê-lo matematicamente, podendo ser aplicado ao que nos parece ser algo realmente infinito: o universo. O matemático alemão George Cantor (1845 - 1918), inspirado nas discussões de filósofos medievais sobre os tipos de infinitude, criou toda uma hierarquia matemática de números infinitos, em que existe números infinitos maiores que outros números infinitos, muito antes que a densidade infinita dos buracos negros e demais grandezas infinitas de objetos astronômicos, invadissem a astronomia e física moderna.


E foi graças ao paralelismo entre as leis do pensamento humano e as leis do universo, que foi possível o surgimento dos computadores eletrônicos e a inteligência artificial, graças a formalização da lógica feita pelo matemático inglês George Boole (1815 - 1864) e sua posterior adaptação aos circuitos eletrônicos, feitos pelo matemático e engenheiro eletrônico americano Claude Shannon (1916 - 2001), que computadores são capazes de “pensar” como os humanos.


Mas como explicar essa misteriosa relação entre a mente humana e a estrutura do universo?


A semelhança Entre Nosso Sistema Solar e a Concepção de Átomo

Para o filósofo e psicólogo suíço Jean Piaget (1896 - 1980), que estudou durante anos o surgimento da formação do pensamento matemático nas crianças, a explicação para a semelhança entre as estruturas matemáticas criadas pelo ser humano e as estruturas do universo, só pode ter uma explicação biofísica. 


“A solução que as pesquisas genéticas sugerem a este respeito é que, como já visto, se as estruturas elementares provém das coordenadas gerais da ação e estas das coordenadas nervosas, é até as coordenadas orgânicas e biofísicas que é preciso recuar para atingir suas fontes…”


Em outras palavras, sendo o cérebro humano um produto das leis do universo, é natural que ele, assim como a estrutura dos planetas e galáxias, reflita estas mesmas leis em sua estrutura e criações, criando assim o paralelismo entre os produtos criados pela mente humana e a estrutura do universo, como se nossa mente fosse pré-adaptada para entendê-lo. O que, curiosamente, leva-nos à antiga filosofia de Platão, que argumentava que todas as coisas existentes no universo possuiriam uma cópia anterior a elas, que habitaria o mundo que ele chamou de “mundo das ideias”.


A Incrível Semelhança entre Neurônios Humanos e Galáxias

Ao invertermos o paralelismo entre a mente humana e o universo, isso nos leva a pergunta: Seria o universo também pensante, como um grande cérebro ou um computador de dimensões infinitas?  


Obras Consultadas:

A Epistemologia Genética, de Jean Piaget

História da Matemática, de Carl B. Boyer


 



quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

DOCUMENTÁRIO DA NETFLIX ABORDA A EXPERIÊNCIA DE QUASE-MORTE



DOCUMENTÁRIO DA NETFLIX ABORDA A EXPERIÊNCIA DE QUASE-MORTE

O que acontece nos momentos finas da vida? Que sensações temos quando a morte se aproxima? O que existe após a morte?

O documentário Vida Após a Morte, da Netflix, tenta responder a essas perguntas, recorrendo a pesquisadores, médicos e relatos de pessoas que tiveram paradas cardíacas, ficaram sem oxigênio por vários minutos, e cujos aparelhos médicos comprovaram estarem mortas, voltaram relatando experiências curiosas. 

Vida Após a Morte, se divide em
1) Relatos dos Ressuscitados; 
2) Médiuns - Parte 1; 
3) Médiuns - Parte 2; 
4) Recados dos Mortos; 
5) Vendo Gente Morta; 
6) Reencarnação.

A primeira parte do documentário, se dedica a relatar as experiências de quase-morte.

Estima-se que entre 10 a 20 por cento das pessoas cujos corações param, relatam experiências curiosas.

Várias relatam um túnel de luz e, do outro lado, seres de luz, e também o encontro com parentes já falecidos; outras, que desfaleceram durante cirurgias, relatam verem de cima seus corpos sendo operados, as posições dos médicos, e até detalhes dos instrumentos usados pelos médicos durante as cirurgias, e  os detalhes de seus relatos comprovados pelos próprios médicos. Mas como poderia acontecer isso, se tais pessoas estavam anestesiadas e inconscientes?

O Primeiro Pesquisador


A primeira pessoa que se interessou em catalogar tais experiências foi o suíço Albert Heim, que durante a prática de alpinismo, em 1892, caiu escalando uma montanha, e ele durante a queda notou que o tempo havia ganhado outra dimensão, expandia-se indefinidamente durante a queda. Curioso, Albert perguntou a outros montanhistas se estes haviam tido alguma experiência semelhante, e vários relataram que sim. Desses relatos Albert Heim fez um livro com mais de 30 relatos semelhantes ao seus.

Décadas depois, com a evolução da medicina e das técnicas de ressuscitação, os relatos ficaram mais fáceis de serem obtidos. Foi então que, em 1975, o médico Raymond Woody, escreveu o livro Vida Depois da Morte

Mas o que Poderia Ser a Causa de tais Relatos?


Argumentou-se que tais experiências seriam produzidos pelos medicamentos injetados no paciente. Mas os relatos de tais experiências são muito antigos, são anteriores aos usos de tais medicamentos.

Argumentou-se também que a falta de oxigênio poderia ser a causa das alucinações provocadas pelo cérebro humano. Mas você não pode manter a consciência a não ser que o cérebro esteja com oxigênio suficiente para que possa estar de alguma forma consciente para produzir tais experiências, afirma pesquisadores do assunto.

No documentário Vida Após a Morte, dedicado ao tema, da Netflix, há o depoimento de uma médica que ao cair e afundar de caiaque em um rio no Chile, ela ficou durante os inacreditáveis 30 minutos submersa e sem oxigênio debaixo d’água, tendo ela relatado experiência de quase morte, em que ela havia ido para um ambiente composto por milhares de flores, e onde teria encontrado com um avô já falecido. O documentário conta outros relatos de pessoas que foram tidas como mortas e que passaram por experiências semelhantes de quase-morte. O mesmo documentário  conversa com médicos, neurocientistas e pesquisadores sobre suas pesquisas sobre o tema, e até visita centros universitários dedicados a pesquisa do fenômeno. Porém, infelizmente, o documentário não foca sobre o DMT, substância  alucinógena produzida pela glândula pineal.

A Glândula Pineal e Experiências de Quase-Morte


No fundo do nosso cérebro existe uma glândula tão pequena quanto um grão de feijão, a glândula pineal. Capaz de produzir um poderoso alucinógeno, chamado DMT, ou dimetiltriptamina, responsável por criar nossos sonhos quando dormimos.

A glândula pineal sempre esteve associada a crenças místicas. Povos antigos a consideravam como uma espécie de terceiro olho, capaz de nos fazer ver o que os olhos da carne não conseguem ver. Tem sido assim desde os egípcios, passando pelas milenares crenças hindus da Índia.

Uma hipótese é de que quando próximos da morte, esta glândula é estimulada a produzir a maior quantidade possível de seu alucinógeno, servindo como um relaxante natural produzindo as experiências de quase-morte daqueles que estiveram no limiar da morte, e que, por alguma razão, voltaram à vida descrevendo túneis de luzes, criaturas angelicais durante sua breve permanência em um lugar mágico, descrito com formas paradisíacas, ou ainda o famoso relato de que "toda sua vida lhe passou como um filme em sua mente".

O Túnel de Luz


Na maioria das vezes, nas experiências de quase-morte é descrito um túnel de luz, e do outro lado do mesmo, vê-se uma figura clara, em um ambiente iluminado, que espera o recém chegado. Esta descrição possui semelhanças com o nascimento de um ser humano, que percorre o túnel que o conduz do útero para fora  da vagina de sua mãe; e o ser do outro lado do túnel, se assemelha a figura de uma parteira, enfermeira, ou médico encarregado de ajudar no parto, que estando ligado a esse momento, ganha ares místico. Não seria de se surpreender se, durante experiência extrema causado pelo momento de quase-morte, o DMT, produzido pela glândula pineal produzisse uma regressão psíquica, e recriasse o momento do nascimento. 

Porém, o DMT não seria capaz de produzir relatos em que pessoas que tiveram experiências de quase-morte relatam detalhes de fatos acontecidos nas salas de cirurgias quando estavam inconscientes.

Médiuns
O documentário da Netflix também dedica a segunda e terceira parte a abordar o fenômeno dos médiuns, que afirmam receberem mensagens dos mortos, e repassando as mensagens endereçadas a parentes, por meio de perguntas a estes. Confesso que nesse ponto o documentário perde a credibilidade científica, caindo no reino da fé. Vale lembrar que sessões envolvendo médiuns já foram muitas vezes desmascaradas como fraude, e aqui, diferentemente, dos casos de experiências de quase-morte, não se tem a confiança proporcionada por aparelhos hospitalares que a testam que o paciente, de fato, esteve em um estado de quase morte. 

Vendo Mortos
A parte denominada Vendo Gente Morta tem como tema: casas mal-assombradas, detecção de vozes e imagens de supostos fantasmas por meio de gravadores e câmeras fotográficas, etc., pesquisadores conhecidos como Caçadores de Fantasmas, que pesquisam locais tidos como mal-assombrados, munidos de aparelhagens próprias, fenômenos que, mais uma vez, não possuem a mesma credibilidade que possui as experiências de quase-morte, e também pessoas que descobriram, por acaso, imagens estranhas em fotos caseiras, que são apontadas como manifestações sobrenaturais.

Aqui, um assunto importante é abordado por um médico  que auxilia doentes em fase terminal, que se dedica a coletar relatos dos pacientes que afirmam serem visitados em sonhos, ou mesmo presencialmente, por familiares já falecidos.

Esses pacientes são vistos conversando com alguém que não é visto por outras pessoas. Já crianças em fase terminal, por não terem parentes falecidos, tais experiências se dá com bichos de estimação, que lhes aparecem em sonho, ou em uma forma tão viva, que eles relatam que tiveram uma "visão".

As pesquisam mostram que doentes à beira da morte tem mais sonhos com entes queridos já falecidos do que os saudáveis.

Reencarnação
Contudo, a parte dedicada a reencarnação, é simplesmente surpreendente, trazendo relatos de casos de crianças que desde muito cedo possuem traumas e sonhos em que relatam nomes de estranhos, e de detalhes de uma outra vida, que foram devidamente pesquisadas, e que acabam sendo relacionados a fatos ocorridos verdadeiramente.

Aqui, dois casos são abordados, em que crianças relatam seus nomes de outra vida passada, relatando também fatos que até mesmo os filhos da pessoa falecida, não tinha conhecimento, sobre objetos, comportamento, costume do morto.

Vale lembrar que o documentário Vida Após a Morte, da Netflix, foi feito abordando relatos de pessoas, que não apenas tem suas identidades reveladas, como também fazem parte de pesquisas de médicos e psiquiatras que tem seus nomes identificados, bem como as universidades de onde provem a pesquisa.  
 
E embora a pesquisa sobre o que vem após a morte ainda não seja conclusiva, já aponta para uma forma mais abrangente de se conceber o que chamamos de consciência. Evidencia também o fato de que, quem experimentou a quase-morte, não parece ser mais o mesmo, passando a ter outra visão sobre a vida e a morte. 

Vale a pena assisti-lo.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

A MORTE EXISTE? UMA VISÃO CIENTÍFICA DA POSSIBILIDADE DA VIDA APÓS A MORTE

A MORTE EXISTE? UMA VISÃO CIENTÍFICA DA POSSIBILIDADE DA VIDA APÓS A MORTE
Existe vida após a morte? O que acontece depois do "fim"? Vamos para um outro lugar além desse, ou tudo acaba com a morte?

Sempre me intrigou como um ser tão efêmero quanto o ser humano teria a capacidade de existir após a morte do corpo. E, principalmente: em que se baseia tal ideia para que possa merecer alguma credibilidade? Essas perguntas levam imediatamente a religião, e a crença religiosa na existência de um princípio que continuaria a existir após a morte do corpo: a alma.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

CASOS DE BRASILEIROS FAMOSOS QUE PREVIRAM A PRÓPRIA MORTE


CASOS DE BRASILEIROS FAMOSOS QUE PREVIRAM A PRÓPRIA MORTE
Teriam algumas pessoas o poder de prever a própria morte? Muitos acreditam que sim. Para estas pessoas isto aconteceria em forma de sinais, ou pressentimentos vagos. Para outros, isso seria apenas pura coincidência. Seja como for, há relatos famosos que desafia a descrença de muitos.

Como esquecer o vídeo caseiro em que o tecladista dos Mamonas Assassinas, Júlio Rasec, comenta ter sonhado, na noite anterior, que o avião caia, 12 horas antes de mais uma viagem da banda, que, infelizmente, seria a última, que vitimaria tanto os membros da banda quanto os pilotos, em um horrível acidente de avião acontecido em 1996. No vídeo é visível a preocupação e angústia de Júlio Rasec.

domingo, 14 de outubro de 2018

O INCRÍVEL CASO DO HOMEM QUE DERRETEU DE PEDRO DE TOLEDO


O INCRÍVEL CASO DO HOMEM QUE DERRETEU DE PEDRO DE TOLEDO

No mundo, todos os dias, milhares de pessoas são encontradas mortas nas mais variadas circunstâncias, cabendo a polícia investigar os motivos do crime e como se sucedeu a morte. Porém, destas milhares de mortes, uma pequeníssima parte jamais será revelada a causa e as circunstâncias que se deu as mortes, não por falta de vontade e empenho de investigadores e peritos, mas porque suas mortes aconteceram em circunstâncias tão misteriosas que nem mesmo os mais experientes investigadores, peritos e legistas são capazes de encontrar qualquer explicação; são mortes que parecem terem sido causadas por algo que não parece ser humano ou conhecido por nós. Entre essas misteriosas ocorrências está a sinistra morte de um homem da cidade paulista de Pedro de Toledo, que foi encontrado com o corpo todo queimado em circunstância misteriosa. Vamos ao caso.

O misterioso caso aconteceu no sítio Vale do Entardecer, situado na cidade de Pedro de Toledo, interior de São Paulo, em fevereiro de 1994.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

10 BEIJOS DA MORTE



10 BEIJOS DA MORTE
O beijo da morte é uma expressão que ninguém acredita que possa ser, de fato, algo literal. Beijos são uma das coisas mais legais da vida, e não algo que pode levar à morte, correto? Bom, na maior parte das vezes, sim. Mas, às vezes, com uma mistura de azar e descuido, alguns beijos podem ser realmente letais, como os 10 que estão nesta lista macabra.

10. Myriam Ducre-Lemay



Em outubro de 2012, a canadense Myriam Ducre-Lemay, de 20 anos, foi a uma festa em Montreal com seu novo namorado. Quando voltaram para casa, os dois se beijaram antes de ir para a cama. De repente, Myriam passou a experimentar muitos problemas para respirar.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

EDDIE E ESQUELETO: UMA MACABRA ORIGEM EM COMUM


EDDIE E ESQUELETO: UMA MACABRA ORIGEM EM COMUM
Nenhum outro mascote de banda de Heavy Metal tornou-se tão popular quanto Eddie, a simpática caveirinha criada e desenhada pelo desenhista Derek Riggs para as capas dos álbuns da banda inglesa Iron Maiden, presente em dezenas de capas de seus discos. Edward T. Head, mais conhecido como Eddie, nos anos de 1970 era apenas uma cabeça que dava um toque de horror aos shows, na época, de uma desconhecida banda chamada Iron Maiden, e que ficava atrás do baterista. Com o tempo, um corpo o foi incorporado, e Eddie passou a adotar o visual dos diferentes temas de que tratava os títulos dos novos álbuns da banda inglesa.


segunda-feira, 23 de outubro de 2017

POR QUANTO TEMPO UMA CABEÇA HUMANA DECEPADA PODE MANTER A CONSCIÊNCIA?


POR QUANTO TEMPO UMA CABEÇA HUMANA DECEPADA PODE MANTER A CONSCIÊNCIA?

Foi, sem dúvida, durante a Revolução Francesa que a maior quantidade de cabeças humanas foram decepadas em menor período de tempo, e com eficiência nunca visto antes; eficiência garantida com a volta de um antigo instrumento de morte, que já havia sido usado desde o império romano, mas que havia sido esquecido na França, porém, estava de volta desta vez muito mais aperfeiçoado, que ficou conhecido pelo nome daquele que foi o responsável por sua reutilização no ofício da morte: a guilhotina, nome derivado do médico francês Joseph-Ignace Guilhotin (1738 - 1814).


Joseph-Ignace Guilhotin após ter verificado que grande parte dos condenados à morte por enforcamento não morriam instantaneamente, com seu sofrimento se prolongando por um longo tempo; e mesmo pessoas que tinham a cabeça decepada por machado ou espada, em geral, não morriam ao primeiro golpe, necessitando de golpes a mais para terminar com seu sofrimento, o que o motivou a ver no antigo instrumento da guilhotina o instrumento ideal para dar uma morte instantânea com o mínimo de sofrimento possível aos condenados.



A guilhotina se constituía de uma armação de madeira onde o condenado era posto de bruço com a as mãos amarradas à suas costas, e tinha o pescoço preso por uma pequeno orifício entre duas tábuas de madeira que se fechavam o impossibilitando de mexer a cabeça, tendo uma pesada e grande lâmina içada por uma corda por uma trave de madeira logo acima de seu pescoço, e, em seguida, solta, e pela ação da gravidade, decepava sua cabeça fazendo-a cair em um cesto, e posteriormente levantada pela mão do carrasco e mostrada para o público.



A guilhotina mostrou-se tão eficaz que até 1977 ainda era usada na França como instrumento usado em prisioneiros condenados à morte.

De fato, a guilhotina se demonstrou tão eficaz e tão rápida que durante as milhares de execuções durante a Revolução Francesa muitas pessoas passaram a observar que logo após as cabeças terem sido decepadas estas ainda conservavam os olhos e lábios em movimento, como se olhassem para o público e tentassem balbuciar algumas palavras com expressão de ódio estampado em seus rostos. O que gerou relatos monstruosos sobre prisioneiros que mantiveram expressões faciais mesmo após terem suas cabeças separadas do corpo, como os casos famosos contados sobre famosas personalidades da época.

CHARLOTTE CORDAY



Há o relato sobre a assassina do revolucionário francês Jean-Paul Marat, morto durante a Revolução Francesa por Charlotte Corday; este relato afirma que após a decapitação pela guilhotina, e durante a exibição de sua cabeça ao público, sua cabeça recebeu um tapa do assistente do carrasco ao que a cabeça corou e respondeu com “uma última expressão de repúdio a esta ofensa a sua dignidade”.

ANTOINE LAVOISIER



Antoine Lavoisier foi um importante químico e um nobre rico que durante a Revolução Francesa caiu sob o poder de seus inimigos políticos, o que lhe valeu conhecer bem de perto a lâmina afiada da guilhotina. Dizem que Lavoisier era um homem tão afeito a experiências científicas que mesmo perante sua execução pela guilhotina aproveitou para realizar sua última experiência. Lavoisier combinou com um amigo que após sua decapitação continuaria piscando para provar que ainda estava vivo, fato que seria acompanhado pelo amigo. Lavoisier teria piscado por aproximadamente 15 segundos após sua cabeça ter sido decapitada.

Contudo, mesmo em decapitação não provocada pela guilhotina, mas por outros meios como em acidentes ou explosões, os relatos se assemelham como o relato proferido em 1986 por um soldado que relatou após ter sofrido um acidente ao lado de um amigo que perdeu a cabeça, descreveu a expressão do colega: “Primeiro foi um choque ou uma confusão, depois foi terror e tristeza”. Ele ainda relatou que o colega movimentou os olhos, direcionando-os em direção ao amigo, ao próprio corpo e ao amigo novamente, olhando-o diretamente nos olhos.

CABEÇAS DECEPADAS AINDA CONTINUAM VIVAS?


E já durante a Revolução Francesa perguntas morbidamente curiosas tomaram conta do público: “As cabeças decepadas ainda continuavam vivas, a observar o carrasco e o público a festejar sua morte?”, “E por quanto tempo?”.

Na época, a ciência ainda não possuía conhecimento suficiente para responder a tais perguntas, o que motivou alguns escritores a achá-las dentro dos limites de sua arte; foi quando tais perguntas passaram a ser temas de contos de terror.



No conto “Pensamentos e Visões de um Decapitado”, o pintor e escritor belga Antoine Wiertz (1806 - 1865) descreve as sensações sentidas por alguém que acaba de ser decapitado na guilhotina; já na obra prima do conto de horror “O Segredo da Guilhotina”, o escritor Villiers de L’isle Adam descreve o acordo que um médico, a fim de saber se uma cabeça decepada permanece consciente por alguns minutos, faz com um prisioneiro, também médico, prestes a morrer decapitado na guilhotina; o acordo é de que após ele ter a cabeça decepada, pisque três vezes como prova de que a cabe humana decapitada ainda se mantém vivo e consciente por alguns momentos.

Hoje ainda há muitas dúvidas mas já sabemos algumas coisas. Sabemos, através de pesquisas realizadas em 2011 pela universidade holandesa de Radboud Nijmegen em cérebros de ratos decapitados que o cérebro desses animais mantém ondas cerebrais de até 100 Hz suficiente para manter a consciência viva por 4 segundos. E há estudo com outros animais que sugere que estes podem sentir e pensar por até 26 segundos.

Embora isto possa parecer um tempo bastante pequeno, porém temos que reconhecer que mesmo 4 segundos parece ser bastante tempo para quem estiver sentindo muita dor e desconforto como parecer ser o caso dos decapitados, o que dirá 26 segundos! E com os humanos aconteceria o mesmo? Por quanto tempo? Estas perguntas ainda se mantém sem respostas precisas ainda hoje.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

FOTO DE “MULHER FANTASMA” INTRIGA FAMÍLIA



FOTO DE “MULHER FANTASMA” INTRIGA FAMÍLIA

Recentemente, a colega de blog, Jani Brito, mandou-me uma foto pela internet, acompanhada dos dizeres “estou com um mistério: uma foto tirada agora, onde não deveria ter nada, aparece uma senhora”.


Segundo ela, o filho de uma vizinha estava só em casa e resolveu tirar algumas fotos para passar o tempo. E ao ver as fotos tiradas, verificou que em uma, misteriosamente, apareceu algo que se assemelhava a uma senhora.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

EXPERIMENTO TELEPÁTICO DURANTE SHOWS DA BANDA DE ROCK “THE GRATEFUL DEAD”


EXPERIMENTO TELEPÁTICO DURANTE SHOWS DA BANDA DE ROCK “THE GRATEFUL DEAD”
Em fevereiro de 1970, algo inusitado aconteceu durante um show de uma famosa banda de Rock: um experimento telepático foi testado através de seu público, em média 2000 pessoas.
A banda em questão era a The Grateful Dead, uma banda que começou a atuar em 1964 e foi um dos criadores do “rock ácido” ou do “Som de São Francisco”.

sábado, 8 de julho de 2017

8 FATOS MACABROS QUE PODEM ACONTECER COM UM CADÁVER


8 FATOS MACABROS QUE PODEM ACONTECER COM UM CADÁVER
Se você pensa que a morte cerebral marca o encerramento total das atividades físicas de nossos corpos, você está extremamente enganado. Muitas vezes, ela é acompanhada de atividades bizarras já presenciadas em velórios, necrotérios, hospitais, como cadáveres soltando puns em plena aula de anatomia prática, e causando pavor nos futuros médicos; cadáveres gemendo e rangendo dentes em velórios com familiares jurando que ele ainda está vivo; e até a mais bizarra de todas: cadáveres de mulheres grávidas em pleno processo de decomposição dando luz a uma criança morta e decomposta. Abaixo, enumeramos 8 fatos bizarros que podem acontecer com um cadáver.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

COINCIDÊNCIAS DO DIA A DIA PODEM COMPROVAR QUE VIVEMOS NA MATRIX



COINCIDÊNCIAS DO DIA A DIA PODEM COMPROVAR QUE VIVEMOS NA MATRIX
Para quem ainda não sabe, as ideias por trás do filme MATRIX, a ideia de que vivemos em um mundo que não existe, um mundo ilusório criado por um super programa de computador, não são ideias novas, remontando a antiga filosofia indiana e grega, que no filme toma uma interpretação moderna em termos de programas de computador, mas que em sua essência são ideias que são discutidas há muito tempo; e uma das evidências apontadas no filme para a existência da Matrix é o fenômeno do déjà-vu, que é a sensação de que algo que acabamos de ver está se repetindo pela segunda vez, ele representa uma falha da programação da Matrix — pois mesmo sendo o mais complexo programa de computador já criado, que nos dá a falsa sensação de vivermos em um mundo real e não em uma grande ilusão, também possui seus bugs momentâneos.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

MULHERES RUSSAS CULTUAM PÊNIS DO BRUXO RASPUTIN



MULHERES RUSSAS CULTUAM PÊNIS DO BRUXO RASPUTIN
Logo na entrada do museu pode-se ver uma pequena fila formada por mulheres ansiosas para verem não um quadro de um famoso pintor ou as roupas luxuosas usados pelo imperadores Russos, mas o pênis de um homem que nasceu na segunda metade do séc. XIX, e que a população russa da época atribuía a ele poderes sobrenaturais, e agora era atribuído a seu pênis decepado e exposto como um objeto de veneração em um museu na Rússia.

terça-feira, 23 de maio de 2017

CABELOS E BARBAS AINDA CRESCEM EM PESSOAS MORTAS HÁ ANOS EM IML


CABELOS E BARBAS AINDA CRESCEM EM PESSOAS MORTAS HÁ ANOS EM IML
Com dezenas de história de crimes bizarros acontecido no estado do Paraná, o Museu de Ciências Forense, do IML da cidade de Curitiba, é um museu dedicado a crimes famosos, que expõe armas de crimes e corpos de criminosos mumificados, como o do assassino conhecido por "Paraibinha", que matou várias pessoas com foice, e, ironicamente, pela foice foi morto.

Paraibinha (o 3ºda Esquerda para a Direita)

Como podemos ver neste vídeo absolutamente verdadeiro, a lenda de que cabelos continuam acrescer em pessoas mesmo depois de mortas não é uma inverdade. Este fato pode ser comprovado em dois cadáveres que há anos estão mumificados e expostos no IML de Curitiba. Acompanhem este vídeo que já tem alguns anos na internet mas que ainda continuam sendo sinistro...


domingo, 14 de maio de 2017

RELATOS DE EXPERIÊNCIAS QUE PODEM DEMONSTRAR FALHAS DA MATRIX

RELATOS DE EXPERIÊNCIAS QUE PODEM DEMONSTRAR FALHAS DA MATRIX

Com o lançamento do filme MATRIX, em 1999, uma ideia bastante antiga, que já vinha sendo discutida por religiões orientais e por filósofos, a ideia de que não vivemos em um mundo real, mas sim em um mundo ilusório, se popularizou entre fãs de filmes, ganhando com ele interpretação tecnológica.
MATRIX conta a história de um pequeno grupo de pessoas que, em um mundo futurístico, descobrem que o que eles achavam ser verdadeiro na verdade era apenas uma simulação de computador conectado diretamente aos seus cérebros; assim, todas suas experiências vividas, todos seus sentimentos e amigos não passavam de um resultado de um programa que imita a vida.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

ADIPOCERE: CORPOS HUMANOS QUE NÃO APODRECEM

ADIPOCERE: CORPOS HUMANOS QUE NÃO APODRECEM
No meio de tantos fenômenos naturais e assustadores da natureza um se destaca por seu tom de mistério e por ter causado, certamente, sustos terríveis a muitos coveiros desavisados. Falo dos corpos incorruptíveis: corpos humanos mortos que após dezenas ou mesmo centenas de anos, permanecem no mesmo estado como se estivessem vivos. Como o de Santa Bernardette, morta em 1879, tendo o seu corpo, de modo natural, sido preservado intacto até aos nossos dias.


Durante a exumação de seus restos mortais em 1909, a comissão encarregada de investigar sua santidade, encontrou seu corpo intacto, como no dia de seu sepultamento, com uma única diferença, seu hábito estava molhado. “Sepultada, foi novamente exumada em 1919, sob as vistas de testemunhas leigas e religiosas. Os médicos que examinaram o corpo escreveram: ‘Quando o caixão foi aberto o corpo parecia estar absolutamente intacto e sem nenhum odor post mortem. Não havia cheiro de putrefação e nenhum dos presentes experimentou qualquer desconforto’. Uma terceira exumação foi feita em 1923 e o cadáver encontrava-se nas mesmas condições. Desta vez, o corpo foi aberto (necropiciado) e os órgãos internos estavam flexíveis. Um médico escreveu: ‘O fígado estava leve e sua consistência era praticamente normal’.”



Antes, porém, que possam demonstrar ceticismo, convém esclarecer que tal fato não acontece apenas com santos católicos, embora alguns afirmem o contrário, ou de outros credos, mas também com pessoas comuns, acometidas pelo processo natural chamado adipocere, em que um corpo estando protegido de insetos, como moscas e larvas, em ambiente com pouco oxigênio e úmido, com certa dose de alcalinidade e temperatura constante, começa ter seu tecido transformado, lentamente em sabão. O que protege o resto do corpo, lhe mantendo preservado.


Como o ocorrido na cidade de Acapetahua no México. Foi uma grande surpresa para a família do morto, durante a exumação, constatar que apesar deste ter sido assassinado há 65 anos, seu corpo permanecia intacto como se acabara de morrer, sem exalar qualquer mau cheiro. Durante a tentativa de abrir a sepultura, os coveiros ainda feriram o pé do morto, o qual não sangrou, mas ficou em carne viva!