sábado, 30 de setembro de 2023

A TRÁGICA HISTÓRIA DA MAIS FAMOSA MARCHA NUPCIAL INGLESA E O ROMANCE “APÓS A CHUVA DA TARDE”

A TRÁGICA HISTÓRIA DA MAIS FAMOSA MARCHA NUPCIAL INGLESA E O ROMANCE “APÓS A CHUVA DA TARDE”


Em 1707, um talentoso músico inglês, chamado Jeremiah Clarke (1674 - 1707), após ter seu amor rejeitado por uma linda dama da nobreza, e indeciso entre afogar-se ou enforcar-se, decidiu como tirar a própria vida jogando uma moeda para o alto. A moeda, incrivelmente, caiu em pé, de borda presa na areia. E não ligando para isso, à noite, Clarke tiraria a própria vida dando um tiro em sua cabeça, no Cemitério de Saint Paul, em Londres.


Jeremiah Clarke

Contrariando, as normas da época que proibia que suicidas fossem enterrados em locais santos, no dia 2 de dezembro de 1707, Jeremiah Clarke foi enterrado na cripta da Catedral de Saint Paul, onde trabalhava como organista. 


E por ironia do destino, a música pela qual Jeremiah Clarke ainda é lembrado hoje, “The Prince of Denmark’s March”, é usada em cerimônias de casamento, principalmente, pela nobreza inglesa, que sela o amor entre casais mas que foi incapaz de realizar o seu próprio.


Catedral de Saint Paul, Londres

Mas como pôde o corpo de um pobre músico suicida do séc. XVII quebrar as duras normas da época contra sepultamentos de suicidas e ter sido sepultado na mais famosa igreja da Inglaterra?




Talvez o segredo esteja com a formosa dama que o rejeitou. Talvez ela o tenha rejeitado não por ter sido um plebeu, sem títulos de nobreza e riqueza, mas porque, devido a um terrível segredo de família, a união entre os dois seria insustentável, e que ela só revelou sua condição à ele quando Clarke precisou vencer a morte, porém, saindo da cripta com irresistível desejo por sangue. 




Esta foi a solução que o autor do romance “Após a Chuva da Tarde” deu para a trágica história de amor do infortunado compositor inglês, fazendo com que não apenas o amor dele fosse correspondido, mas que transcendesse o tempo, a distância e a morte.


O romance dá continuidade a história de amor de Jeremiah Clarke, não mais nas frias e sombrias paisagens europeias, mas na ensolarada Belém das mangueiras e da chuva da tarde, de 1896, quando a cidade enriquecia com a exportação da borracha, proporcionando a vinda de grandes artistas da Europa, tudo isso sem perder as características fundamentais dos romances góticos vampiresco, misturando personagens reais e fictícios com vampiros e entidades das lendas urbanas e folclóricas da Amazônia, sem esquecer uma boa dose de realismo mágico.




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sábado, 9 de setembro de 2023

PASTOR, EX-METALEIRO, METE MEDO COM O INFERNO EM FÃS DO SLAYER




PASTOR, EX-METALEIRO, METE MEDO COM O INFERNO EM FÃS DO SLAYER


A série de vídeos "O Satanismo na Música”, do pastor Márcio Teixeira, não chamaria minha atenção se o autor não se auto denominasse como um ex-roqueiro. Então parei para assistir um dos episódios dedicado a banda de Thrash Metal Slayer.


Marcio Teixeira começa seu vídeo sendo bastante simpático com os fãs da banda Slayer, elogiando a capacidade musical dos músicos e relembrando seu tempo de roqueiro durante os shows da banda, chegando até a condenar as críticas duras de outros pastores ao gênero musical em questão.

 



Mas logo surgem as primeiras críticas à letra da música Angel of Death, que retrata os horrores das experiências do médico nazista Joseph Mengele em prisioneiros judeus na 2ª Guerra Mundial, diz ele: “Embora a banda possa até defender o fato de que eles devessem ter o direito de cantar o que eles cantam, a escolha dessa temática reflete o que existe no coração do artista, que aliás, eles confessaram, que têm interesse no tema”. Ou seja, para o pastor a escolha deste tema histórico reflete a brutalidade que se encontra no coração daqueles que compuseram a música. O pastor não leva em conta que o interesse que alguém possa ter por determinado assunto, digamos crimes, guerras, ou terríveis fatos históricos, não o faz necessariamente um criminoso, ou sádico, assim como ter interesse por Harry Potter não faz de ninguém, necessariamente, um mago. Mais adiante ele afirma:  “Mas o fato e a realidade, é que quem é fã dessa banda (Slayer) trafega em águas profundas e muito, mais muito, perigosas de um universo espiritual complexo e sem volta”. Nesse ponto, toda a simpatia inicial demonstrada aos fãs da banda Slayer parece ter ido por água abaixo.


Marcio Teixeira usa a morte de Jeff Hanneman, um dos guitarristas da banda, que teve morte provocada por “bactéria que comeu ele vivo”, como exemplo para mostrar que dor, morte e sofrimento, temas comuns usados pela Slayer, não merecem serem cantadas pois são tão horríveis e inaceitáveis quanto a própria circunstância que se deu a morte de Jeff Hanneman. O mesmo faz com a ideia de inferno, outro tema comum nas letras do Slayer, como em Hell Awaits (O Inferno Espera), com o pastor citando sua tradução, e passando a mostrar ao seu público o que seria realmente o inferno; para tanto ele usa imagens do incêndio acontecido na ilha de Maui, no arquipélago do Hawai, com seus habitantes em desespero, cercados pelas labaredas. Então ele diz: “Agora imagina, a imensidão de um lugar sem fim, queimando dessa forma eternamente, e lotado de gente. Isso é apenas uma amostra da realidade do que seja a letra do Slayer, que diz pra você que o inferno te espera”. “Sabe de uma coisa, o Slayer está certo em algo nessa letra (Hell Awaits): o inferno é um lugar real”. E após citar a frase “Não há preço a pagar, apenas siga-me”, da música Hell Awaits, conclui com “Segue o Slayer pra você ir pro inferno”.



Vemos aqui que o pastor Márcio Teixeira usa um velho recurso cristão --- usado por séculos e séculos --- para conversão de novos fiéis: o medo do inferno. Recorrendo às imagens de um incêndio em uma das ilhas paradisíacas do Hawai para dar uma ideia aproximada a seus seguidores do que seria o “inferno real”, para onde os fãs do Slayer devem ir, segundo ele. 


É claro que todos concordarão que um incêndio jamais será um bom lugar para se estar. Porém nem todos concordarão com o mesmo significado de “inferno” dado pelo pastor, já que poderão dar os mais diversos significados à palavra “inferno”, incluindo um significado meramente simbólico, sem nenhum sentido religioso. E mesmo que os membros da banda Slayer fossem “Satanistas” --- embora não seja verdadeiro, já que o vocalista Tom Araya é declaradamente um cristão católico, que parece separar bem as histórias “satânicas” cantadas pela banda do seu dia a dia ---, sua crença deveria ser respeitado como qualquer outra forma de religiosidade, coisa que Márcio Teixeira não faz, chegando a associar em um de seus vídeos a flauta e tambores e demais instrumentos de percussão ao diabo, o que pode ser visto como um ataque direto às religiões de origem africana.

 

Aliás, é curioso o porquê de atores ou diretores de cinema que produzem filmes de terror satânico, não serem considerados satânicos, embora o mesmo não aconteça com bandas que contam histórias satânicas em suas músicas.




Mas, como todo cristão fundamentalista, Márcio Teixeira desferi sua metralhadora giratória a tudo o que é diferente de suas crenças, considerando satanista, não apenas roqueiros famosos (o que já seria de esperar), mas artistas como Michael Jackson, ídolos da música sertaneja, e até sobrou para o inocente personagem Peter Pan. 

quarta-feira, 6 de setembro de 2023

AS ORIGENS VAMPIRESCAS DA LENDA DE JOSEPHINA CONTE, A MOÇA DO TÁXI



AS ORIGENS VAMPIRESCAS DA LENDA DE JOSEPHINA CONTE, A  MOÇA DO TÁXI


Quem não conhece a lenda da Moça do Táxi, que em seu aniversário seu pai lhe dava de presente uma corrida de táxi pelas ruas de Belém, costume que, segundo a lenda popular, continuou mesmo após sua morte, com o espírito da defunta a sair do cemitério e pegar um táxi em dia de seu aniversário. 


A lenda de Josephina Conte é bastante conhecida na cidade de Belém, mas o que poucos sabem é que a lenda possui origens vampirescas, com estranhos acontecimentos que ocorreram durante sua morte e enterro; e, certamente, foram os verdadeiros motivadores para que a lenda surgisse.


A Defunta



Josephina Conte, nascida em 1915, era a quinta filha de uma rica família descendente de italianos, cujo pai era um grande empresário do ramo do calçado, proprietário dos Calçados Boa Fama; era uma jovem vivaz, de rosto angelical, que gostava de apreciar o carnaval de rua de Belém, dos anos 20, e,  mesmo com todo os cuidados de médicos vindos da Europa, faleceu de misteriosa doença, em 1931.


Alguns relatos afirmam que a moça teria falecido de tísica, isto é, de tuberculose, com boatos a afirmar que em suas chapas dos pulmões estranhas figuras pontiagudas apareciam.


Tísica



A tuberculose não possuía cura até os anos de 1940, causando magreza e palidez excessiva, tosse com grande quantidade de sangue expelido e morte. E por ser uma doença bastante comum que atacava famílias inteiras, levando-as à morte, a doença, no passado, era vista como uma maldição que atacava aos poucos um a um os membros da família. O que levava os doentes a serem expulsos de suas famílias, ou de suas comunidades, e visto como portador de uma terrível maldição. 


E devido a magreza e palidez excessivas do enfermo, e o sangue expelido em roupas e cama à noite, pensava-se que a causa deveria ser alguma forma de entidade malévola que se alimentava da energia e do sangue do doente.


Sendo assim, a tuberculose foi uma das grandes motivações para o aparecimento da lenda dos vampiros nos países europeus. Desferindo no doente uma enorme carga de preconceito e profundos sentimentos supersticiosos: dois fortes fatores para a criação de lendas, que tiveram, sem dúvida, também fortes influências no surgimento da lenda da Moça do Táxi


O Caixão Aberto 



Segundo disse o senhor Jorge Conte, sobrinho de Josephina, para matéria de site, o cortejo fúnebre da famosa defunta, ao contrário do costume da época, saiu do cemitério para a fábrica da família, já que seu pai queria que o cortejo saísse de lá, e durante o percurso do carro fúnebre, seu caixão se abriu, segundo ele, devido aos solavancos provocados pelos buracos de rua no carro fúnebre que tinha a carroceria transparente, sendo visto pelos transeuntes, dando a impressão a estes que Josephina Conte havia retornado à vida.


Aqui vemos outro elemento fundamental para o surgimento da lenda dos vampiros, que também parece ter influenciado o surgimento da lenda da Moça do Táxi, pois é bem provável que os primeiros sinais de decomposição do corpo tenha sido um dos fatores prováveis para que o caixão tenha aberto sua porta durante o cortejo. Pois, como se sabe, com a morte do corpo, gases começam a ser produzidos pelas bactérias do organismo, levando o cadáver a aumentar de volume. 


A falta de compreensão sobre a decomposição do corpo humano, no passado, foi fundamental para o surgimento da lenda dos vampiros, pois não apenas a decomposição produz gases, aumentando o volume do corpo, causando a ruptura do caixão, mas também mudança de posição do corpo --- daí a imagem tão explorada pelo cinema de Drácula abrindo lentamente seu caixão. Fato que muitas vezes, levava os antigos, ao abrir sepulturas e ver o caixão com a porta rompida, acreditava que o morto havia saído de seu túmulo, fazendo com que estacas de ferro fossem atravessadas no peito do cadáver para prendê-lo ao solo e impedi-lo de sair e sugar o sangue dos vivos.


Portanto, a presença dos dois elementos fundamentais da origem dos vampiros, descritos acima, na origem da lenda da Moça do Táxi, autoriza-nos a afirmar que também esta é uma lenda vampírica.



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sexta-feira, 1 de setembro de 2023

"APÓS A CHUVA DA TARDE" E A LENDA DA CANTORA-VAMPIRA

“APÓS A CHUVA DA TARDE” E A LENDA DA CANTORA-VAMPIRA

O romance Após a Chuva da Tarde — um Romance Gótico Amazônico, do paraense Bosco Chancen, além de ser um romance histórico com pegada vampírica (algo inédito no gênero), adapta o estilo gótico — originalmente associado às frias terras europeias — ao calor da região amazônica, misturando a lenda europeia dos vampiros à lendas amazônicas, como a do boto encantado, e focando no processo de como as lendas surgem. 


Diferente do mito, que busca explicar a origem dos deuses, do ser humano e da natureza, (como nos mitos gregos), as lendas são criações anônimas e populares — ainda bastante viva em nosso tempo —, que, geralmente, se formam a partir de algum acontecimento real que impressionou um pequeno grupo de pessoas, um povoado, ou uma região que, com o tempo, são acrescentadas a elas detalhes maravilhosos e miraculosos feitos por aqueles que passam a narrá-las. 


O romance, baseado em fatos reais, narra os escândalos que uma bela e enigmática cantora lírica francesa, Camille Monfort, provocou, por seu comportamento livre das convenções sociais de sua época, na conservadora sociedade de Belém, de 1896, ao vir para uma série de concertos no Theatro da Paz e ser acusada de vampirismo e de ter trazido um misterioso culto vitoriano à Amazônia.




O livro, por meio de relatos e recortes de jornais da época, conta as impressões que a presença da misteriosa cantora deixou na população local: admiração nos mais cultos, por seu grande talento musical e espírito livre, que inspirou o sentimento de emancipação nas mulheres da região; medo e superstição na maioria, que passaram a ver nela uma ameaça a ordem social, demonizando-a e criando a lenda de uma mulher-vampira.


Sabendo que toda lenda tem um fundo de verdade, um dos personagens busca encontrar as causas que deram origem a lenda da mulher-vampira, descobrindo detalhes sórdidos sobre a estadia da bela cantora na Amazônia, fatos assustadores sobre a vida de importantes cidadãos locais e também histórias nebulosas sobre a cidade de Belém.


Recentemente, parte da história de Camille Marie Monfort viralizou na internet, rompendo as páginas do livro e fronteiras do Brasil, ganhando matérias e vídeos nos mais variados países e línguas estrangeiras — inglês, francês, espanhol, alemão, italiano —, fazendo conhecida a cidade de Belém à inúmeros estrangeiros que nunca sequer ouviram falar da capital do estado do Pará, e causando curiosidade e interesse em habitantes locais pelos monumentos e história da cidade de Belém; evento nunca antes acontecido com livro de um autor brasileiro.



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sábado, 26 de agosto de 2023

RELATO DO LEITOR: A Morte Mais Bizarra que Já Vi (por Bosco Chancen)



RELATO DO LEITOR: A Morte Mais Bizarra que Já Vi (por Bosco Chancen)


Já devia ser metade da madrugada. Como sempre acontecia no conjunto habitacional da Marambaia, quem chegava da balada, sentava-se em uma das cadeiras do carro de lanches em frente ao conjunto, em uma das beiradas da pista; a lanchonete já estava com suas mesas tomadas por casais de namorados, e de pequenos grupos de amigos que conversavam e riam alto enquanto aguardavam seu pedido chegar para comerem antes de irem para suas casas, quando algo redondo percorreu com velocidade e em saltos a pista, invadindo o gramado, vindo em direção à lanchonete. A coisa redonda diminuiu de velocidade, e parou rente à lanchonete. O barulho e o movimento chamou atenção de algumas pessoas que estavam lá. Foi quando levantaram-se para ver o que era aquilo. Ao constatarem o que era, gritos femininos ecoaram pela madrugada, pois haviam acabado de descobrir a cabeça decepada de um homem, que os olhava com o rosto coberto de sangue e terra.


A cabeça, que ainda possuía parte da coluna vertebral, tinha deixado um rastro de sangue na pista, e mais adiante o corpo sem cabeça tombado no meio da via pública.


O homem, após algum tempo bebendo em uma das barracas do outro lado da pista, havia se levantado para ir embora, atravessou então a primeira pista, o canteiro que separa uma pista da outra, mas quando estava prestes a atravessar a segunda, sentiu náuseas, e se curvou para vomitar, deixando sua cabeça à frente do corpo. Foi quando um caminhão em velocidade passou em sua frente, batendo com força em sua cabeça e arrancando-a do tronco, quebrando-lhe a coluna, rasgando-lhe a pele, músculos e cartilagens, jogando-a, como um jogador de futebol com um belo chute, para o outro lado da pista.  

 

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

OS ANUNNAKIS E AS LACUNAS DA TEORIA DA EVOLUÇÃO



OS ANUNNAKIS E AS LACUNAS DA TEORIA DA EVOLUÇÃO 


A Teoria da Evolução tem se comprovado ser a melhor explicação para o desenvolvimento da vida em nosso planeta, substituindo definitivamente as explicações religiosas. E em meio a tantas explicações não científicas sobre a criação do ser humano, uma vem chamando a atenção do público por ser uma mescla de teoria da evolução e mitologia, trata-se da explicação criada pelo pesquisador e especialista em línguas semitas Zecharia Sitchin (1920 - 2010), que criou sua teoria com base em antigos escritos Babilônicos e da Suméria, considerada a primeira civilização e os criadores da escrita, datados de 4 mil anos antes de Cristo, onde hoje é o Iraque, e cuja boa parte de sua mitologia foi incorporada ao Gênesis bíblico, como a criação do primeiro homem, o dilúvio, etc. 




Os Anunnakis de Zecharia Sitchin

Zecharia Sitchin, por meio do estudo de antigos textos religiosos, escritos em escrita cuneiformes, interpreta os deuses sumérios, os Anunnakis (que ele traduz por “Aqueles que vieram do céu”), como sendo antigos seres extraterrestres, que foram considerados deuses pelos sumérios, e pertencentes a uma civilização altamente desenvolvida, possuidora da mais alta tecnologia que, há 450 mil anos, vieram à terra, precisamente na região da Mesopotâmia (região que hoje é o Irã), a procura de ouro para levar para seu planeta, e por meio dele restabelecer a atmosfera de seu planeta, chamado Nibiru, que passava por desgaste físico de sua atmosfera. Esses seres ao chegar ao nosso planeta, sentiram a necessidade de encontrar mão de obra para ajudá-los, e vendo os animais primitivos que já existiam em nosso planeta, viram que poderiam transformar um primitivo ancestral humano, o homo erectus, em seu operário ideal, para tanto, por meio de manipulação genética, misturaram o DNA Anunnaki com o material genético do ancestral humano, e o melhoraram geneticamente, transformando-o à sua semelhança, com inteligência, consciência e demais qualidades que possuímos hoje. E graças aos ensinamentos destes seres, com quem os humanos aprenderam a escrita e demais conhecimentos, deixaram de ser apenas coletores primitivos para se tornarem uma civilização. 



Acima, Zecharia Sitchin, e a Tábua que, Segundo Ele, Mostra os Planetas ao Redor do Sol, uma Prova dos Deuses Astronautas, mas para Outro Trata-se Apenas de Estrelas Comuns.

A Explicação de Zecharia Sitchin

Embora a explicação de Zecharia Sitchin não tenha nenhum valor científico, e seja vista pelos estudiosos da área como apenas fruto da imaginação do autor, por curiosidade, vamos tentar explicar por meio dela, passagens da evolução humana difícil de ser explicado mesmo por meio da Teoria da Evolução. Vamos a elas:


(1) A Superioridade da Espécie Humana

Segundo a Teoria da Evolução, todos os seres vivos sofreram, e ainda sofrem, os efeitos da evolução. Então por que não há outro animal tão evoluído ou próximo do grau de evolução que chegou o ser humano? E em vez disso, por que há um enorme abismo a separar a evolução humana dos demais animais, sendo a evolução comum a todos? 

Resposta: 

Teoria Evolucionista: Como a evolução se processa aleatoriamente, o surpreendente resultado da evolução humana foi apenas fruto do acaso, um golpe de pura sorte.


Teoria Anunnaki: Então entre milhões e milhões de espécies de animais em nosso planeta, somente uma obteve o mais alto grau de evolução? Não, não foi por acaso, mas uma prova clara da intervenção dos Anunnakis no processo evolutivo da humanidade.


(2) Humanos possuem maior Independência da Natureza 

Enquanto outros animais obedecem rigidamente à ordem da natureza, por milhões e milhões de anos, o ser humano foi o único animal capaz de subverter a ordem da natureza, e dominar todos os reinos desta, a habitar todas as regiões do planeta, e até mesmo a dar início a viagens a regiões fora de nosso planeta.


É estranho que a evolução, que é composta de leis vindas da própria ordem da natureza, tenha gerado um ser capaz de se contrapor a essa mesma ordem, não obedecendo rigidamente à ordem natural, ao ponto de produzir extinção de animais, ameaçar a vida no planeta, com uma guerra atômica, poluição e destruição da atmosfera de nosso planeta.

Resposta:

Teoria Evolucionista: O surgimento casual da inteligência por meio da evolução, deu à espécie humana o poder de se adaptar a qualquer ambiente da terra.


Teoria Anunnaki: Esta é mais uma prova de que a inteligência e independência dos seres humanos, não surgiram da evolução, mas da intervenção de algo exterior à natureza: os Anunnakis.



(3) Estrutura Corpórea Humana

O grande abismo entre a evolução dos seres humanos e demais animais transparece até mesmo na estrutura do corpo humano, pois se a evolução de nossa espécie tivesse seguido à risca a melhor forma de adaptação ao ambiente, deveríamos nos locomover sobre quatro membros, para melhor amenizar os efeitos da gravidade, no entanto nos movemos apenas por meio de dois membros, o que contraria a maior parte dos outros animais que se locomovem com maior estabilidade por meio de seus quatro membros, ou com o contato máximo do corpo com a superfície do solo. 


E embora haja animais que se locomovem sobre dois membros (pinguins e demais aves), seus corpos foram adaptados a outras formas de locomoção que lhe são principais, como o voo ou o nado (pinguins). Porém, aos humanos a evolução lhes deu apenas o poder de se locomover por dois membros, forma instável e menos adaptada à gravidade, tão diferente até mesmo dos demais primatas, nossos parentes mais próximos. O que tem gerado grande desconforto e dores na coluna à nossa espécie.

Resposta:

Teoria Evolucionista: Perdemos em equilíbrio, mas em compensação a evolução nos deu duas mãos livres para podermos melhor manipular objetos e construirmos ferramentas, tão necessárias à nossa sobrevivência.


Teoria Anunnaki: Perdemos em equilíbrio para ganharmos duas mãos livres para manipular objetos, ferramentas, máquinas, e servirmos aos propósitos dos Anunnakis.




(4) Seria a Espécie Humana a Única Espécie a Ter Alcançado o Mais Alto Grau de Evolução? 


Se as leis da evolução sempre agiram sobre todas as formas de vida que já existiram em nosso planeta, e tendo nosso planeta bilhões de anos de existência, como afirma a ciência, então não é um absurdo pensar que, nesse meio tempo, algumas formas de vida poderiam, sim, ter alcançado altos graus de evolução, até muito superior aos humanos, mas que, por alguma razão --- como a possibilidade de terem encontrado uma forma de deixar nosso planeta para colonizar outros planetas ---, o tempo apagou por completo as evidência materiais de sua existência, permanecendo a história de sua existência apenas em antigo mitos religiosos, como os de antigos deuses que voltam à Terra, como os mitos sumérios dos deuses Anunnakis, que significa “Aqueles que Vieram do Céu”.

Resposta:

Teoria Evolucionista: Não há evidências científicas de que tenha havido seres mais evoluídos do que os seres humanos.


Teoria Anunnaki: Sim, a hipótese de que tenha existido seres mais evoluídos do que os humanos é muito provável, e suas histórias estão presentes em antigos mitos, como os de Atlântida, e dos deuses Anunnakis, da Suméria.     

EXISTE REALMENTE SÍMBOLOS SATÂNICOS NO CLIPE DE LUÍSA SONZA?



EXISTE REALMENTE SÍMBOLOS SATÂNICOS NO CLIPE DE LUISA SONZA?


Você já reparou que quando algum filme de terror, sobre possessão ou seita satânica, aparece ninguém sai acusando o diretor do filme ou seus atores de satanismo ou de terem feito pacto com o demônio, mas quando alguma música aparece usando do forte simbolismo de filmes de terror, logo acusam o compositor ou os intérpretes da música de satanismo? 


O Rock está cheio desses casos, desde o surgimento da lenda de que o genial bluesman Robert Johnson teria feito um pacto com o demônio em troca de dons musicais, o Rock ficou impregnado de histórias atribuídas a pactos com o diabo na história de muitos músicos, tanto que alguns passaram a encarar isto com humor e até afirmar que “O diabo é o pai do Rock”.


Porém, esquecemos que tanto o cinema quanto as letras de músicas são formas de contar histórias, que tanto pode ser de amor quanto de aventuras, ou mesmo terror, sem que necessariamente o compositor ou a banda sejam satanistas ou que tenham feito algum pacto com o demônio. Um bom exemplo disso é a história conhecida da banda de Rock Black Sabbath, que, em início de carreira, quando os integrantes da banda, passaram em frente a um cinema onde estava sendo exibido um filme de terror, viram o quanto esta forma de filme atraía gente, pensaram logo: “Por que então não cantamos histórias de terror?”. E estavam certos, pois ao unirem letras de músicas sobre loucura, espíritos maléficos e possessão demoníaca --- certamente inspirados por filmes e livros, como O Bebê de Rosemary e O Exorcista ---, conseguiram chamar atenção do público, alcançando fama e, consequentemente, fortuna, sem que tenha sido feito algum pacto diabólico, ou vendido suas almas ao diabo --- como diz uma lenda do Rock---, mas apenas perceberam o que o público queria naquele momento e aproveitaram bem a novidade. E a influência de filmes de terror foi tanta que até emprestaram o nome de um filme de terror à banda.




Recentemente um clipe da música Campo de Morango, da cantora Luísa Sonza, chamou atenção por trazer de volta esse questionamento, em que a cantora deitada em uma cama em meio a inúmeros morangos, esmaga o fruto em seu corpo, fazendo com que simulem sangue, enquanto é acompanhada por dançarinas que se esfregam entre si e simulam uma orgia sexual em meio ao sangue.




O clip, que ora lembra um estupro sangrento, ora um aborto, é de péssimo gosto. Porém, não bastando isso, logo surgiram aqueles que viram nele símbolos de uma orgia satânica, um culto à entidade Lilith, com ocultistas e satanistas de tic toc se unindo a cristãos (quem diria, sinais dos novos tempos) e alertando o perigo, de que Luísa Sonza estaria possuída, ou sob a influência de Lilith. E como era de se esperar, também pastores evangélicos surgiram alertando seus fiéis do culto satânico que estaria sendo feito pela cantora aos olhos de todos.




Chegam ao cúmulo de afirmarem que a influência diabólica da cantora estaria até mesmo presente em sua mudança facial --- seria a harmonização facial um instrumento do demônio?!


Um das razões para que ocultistas e satanistas de youtube acreditem que a funkeira estaria sob a influência satânica de Lilith estaria no uso simbólico do sangue, insinuando aborto e o roubo da energia vital, que representa o sangue --- note sua importância nas histórias de vampiros.


Comparando Cenas de O Exorcista (Esquerda) com o Clipe de Luísa Sonza

Mas aposto que na verdade o que fez tanto satanistas de tic toc quanto pastores evangélicos (quem diria finalmente estão unidos por uma mesma causa) associarem a cena da cama sangrenta do clipe ao satanismo, possessão e a um culto satânico, foi a semelhança com a cena da cama do filme O Exorcista (já escrevemos aqui a grande influências dos filmes de terror na crença em seitas satânicas, clique aqui), já que embora o sangue tenha um forte significado simbólico, ele não significa necessariamente uma relação com o demônio, ou com culto satânico, uma vez que este fluído corporal pode significar inúmeras coisas --- eu, por exemplo, ao analisar pela primeira vez a cena da cama no clipe, imaginei que simbolizasse um protesto feminino, e que o sangue representasse a menstruação, outro símbolo marcadamente feminino. 


Seja como for, recentemente, a cantora declarou que  a cena do clipe é a encenação de um pesadelo que ela tivera. 




Teria ela assistido O Exorcista antes de dormir?