quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

DARWIN AWARD: O PRÊMIO DE MAIOR ESTUPIDEZ DO ANO


DARWIN AWARD: O PRÊMIO DE MAIOR ESTUPIDEZ DO ANO
Recentemente foi divulgado que o terraplanista americano Mike Hughes, apelidado de “O Louco”, morreu tentando provar que a Terra é plana. Mike caiu de seu foguete caseiro durante seu lançamento pelo qual entraria em órbita o suficiente para tirar fotos da Terra e provar que a Terra não é redonda, ao contrário do que tem sido afirmado por cientistas, com provas matemáticas e físicas, ao longo da história, mas sim plana como uma pizza. O irônico é que MIke, como um bom terraplanista, não acreditava que a gravidade existisse, e, no entanto, foi morto por ela ao ser atraído pela força da gravidade e ser esmagado contra a terra durante sua queda; ficando tão plano quanto a Terra plana da teoria que queria provar.



Para terraplanistas não existe gravidade porque caso houvesse a Terra seria redonda, já que é a gravidade que, durante a formação dos planetas, dá a forma arredondada a estes. Contudo, terraplanistas costumam não explicar o porquê da Terra ser o único planeta conhecido que não seria arredondado. Seja por qual causa for, eles acreditam também que não é a Terra e os demais planetas de nosso sistema solar que gira ao redor do sol, mas, sim, o contrário; e que existiria uma grande redoma transparente que cobriria a superfície de nosso planeta, mantendo o sol e a lua presos à Terra; e o sol seria bem menor que a Terra.



A morte de Mike Hughes me lembrou de um prêmio em que MIke é um grande candidato a ganhar este ano.

Trata-se do Prêmio Darwin Award, uma espécie de prêmio Nobel da burrice, dado aquelas pessoas que, devido um ato de grande estupidez, não será mais capaz de passar seus genes estúpidos para seus descendentes.

Darwin Award Também é Coisa Séria

A revista British Medical Journal resolveu pegar o compilado de histórias e de ganhadores para realizar um estudo sobre “comportamento idiota”. Concluiu que comportamento idiota é “comportamentos totalmente destituídos de sentido, cujos benefícios aparentes são mínimos ou inexistentes, e cujo resultado costuma ser extremamente negativo e muitas vezes fatal”. Também traçaram o perfil do idiota recorrente: cerca de 90% das cagadas que geram a premiação foram praticadas por homens.


Origens

O prêmio, dado todo ano, foi criado em 1991, pela jornalista Wendy Northcutt. Mas a consagração de um ato idiota com um prêmio não é tão recente. Há relatos de um prêmio semelhante ter sido ofertado, em 1874, a “um estudante universitário que se fantasiou de vampiro para uma festa de Halloween e, para dar realismo à fantasia, decidiu prender uma estaca de madeira no seu peito. Por um erro de cálculo, ele acabou, idioticamente, imprimindo mais força do que deveria e a estaca, além de perfurar sua roupa, perfurou também seu peito e seu coração. O vampiro especial morreu na hora, antes de passar seus genes debilóides adiante, mas recebeu um prêmio improvisado por causa da façanha”.

Regras

Ao contrário do pode-se pensar, tal prêmio obedece a regras específicas. Vamos a elas:
1. Após o evento a pessoa tem que ficar totalmente incapacitada de gerar descendentes: geralmente ocorre com a morte, mas também pode acontecer se a pessoa tiver a capacidade de se esterilizar (modalidade chamada de Living Darwin)
2. Excelência: a forma como a pessoa cometeu o erro deve ser totalmente idiota, contrariando o bom-senso, ilógica. É aquele tipo de situação onde qualquer pessoa comum perceberia que ia dar merda.
3. Auto-seleção: é indispensável que a pessoa tenha causado o dano a si mesma, ou seja, que ela sozinha tenha se colocado naquela situação, por vontade própria
4. Maturidade: A pessoa deve estar mentalmente apta para decidir se colocar nessa situação, quer dizer, a pessoa estava apta a ter o discernimento de perceber o risco (crianças não podem ganhar Prêmio Darwin).
5. Veracidade: O evento deve ser verificável, é preciso conseguir provar que a pessoa morreu em decorrência da sua própria imbecilidade.
Como podemos ver, Mike Hughes preenche todos os requisitos para o prêmio.

Brasil Darwin Award

Em 2008, o Brasil ganhou o Prêmio através de Adelir Antônio de Carli, o padre dos balões. Você lembra?



O padre, para chamar atenção para uma campanha para arrecadar fundos paraa igreja, levantou voo com mil balões cheios de gás hélio, com intenção de ir até a próxima cidade.

O padre foi avisado que seria perigoso, e que ainda havia grande possibilidade de tempestade. Porém, estando munido de um celular e de um GPS, padre Adelir resolveu contrariar os avisos e confiar em Deus. Contudo, uma rajada de vento o tirou de sua rota. Quando o padre se comunicou com a polícia, avisou que não sabia operar o GPS e que queria que os policiais o ensinasse. Todavia, padre Adelir não teve tempo já que a bateria de seu celular estava com carga no fim. Resultado: semanas depois, partes do corpo do padre foi encontrado no mar. E assim Adelir honrou nosso povo com o famoso prêmio.



Outros Brasileiros

"Há menções honrosas a brasileiros em diversas ocasiões, vocês sabem, um povo que gera o “Ei, Você” certamente não é um povo que morre com dignidade. Temos o caso de um traficante carioca que, nervoso, em uma perseguição policial, acabou atirando o pino e ficando com a granada na mão. Em outro caso similar, um energúmeno queria abrir uma granada para ver como era por dentro e achou que se não retirasse o pino estaria seguro: primeiro ele tentou passar por cima da granada com o carro, mas, como nada aconteceu, ele resolveu quebrar a granada com uma marreta."

Famosos Ganhadores

"O agricultor polaco Krystof Azninski, vencedor do Darwin Awards 1996, estava bebendo com os amigos, até que resolveram fazer uma competição para ver quem era “mais macho”. Começaram com desafios simples, como bater na cabeça uns dos outros com nabos congelados. Porém, a ousadia rapidamente tomou lugar e um dos amigos provou sua masculinidade cortando seu pé com uma serra elétrica. Krystof Azninski não podia ficar para trás, onde fica a honra? Foi lá e cortou sua própria cabeça com a serra elétrica. Morto? Talvez. Mas macho."

"O vencedor de 2006, Nick Berrena, comprou um colete à prova de balas e surgiu uma discussão com seu amigo: seria à prova de faca também? Seu amigo disse que não, que por ser à prova de balas não significava ser à prova de facadas. Mas Nick era um homem de certezas: bateu pé e afirmou que o colete o protegia contra facadas. Para provar seu ponto, pegou uma faca e se esfaqueou no peito. Infelizmente o colete era apenas à prova de balas."

"Tem o famoso caso do elemento que decidiu tirar toda a roupa e mergulhar no tanque da baleia Tilikum, uma orca gigante que já havia matado quatro pessoas. Ele entrou escondido no Sea World, depois que o parque estava fechado, tirou a roupa e pulou no tanque. Foi encontrado sem vida, no dia seguinte, sendo usado como um brinquedo pela nossa baleia favorita. Descanse em paz, Tili."

FONTE: Desfavor.

sábado, 8 de fevereiro de 2020

A LENDA DO BOTO É ACUSADA DE OCULTAR ESTUPROS DE MULHERES RIBEIRINHAS


A LENDA DO BOTO É ACUSADA DE OCULTAR ESTUPROS DE MULHERES RIBEIRINHAS 
Conta a lenda que o boto, em noites de lua cheia, toma a forma de um belo homem que seduz jovens mulheres, levando-as para beira de rios, e engravidando-as. O belo rapaz, está sempre vestido de branco e nunca tira seu chapéu. Quando a ribeirinha tira seu chapéu descobre que ali jaz escondido sua narina de boto, de onde sai jatos d’água. Fato que o faz voltar a sua forma original, mergulhando no rio e sumindo em suas águas.



Pois a crença nesta velha lenda da Amazônia tem sido apontada pelas juízas Elinay Melo e Nubia Guedes, no texto Não Foi Boto, Sinhá: a Violência Contra a Mulher Ribeirinha como forma usada por familiares de meninas estupradas da ilha de Marajó para ocultar estupros, pedofilia e a submissão de mulheres da região da ilha do Marajó, no estado do Pará.

O texto afirma: “Inferimos que esta cultura [lenda do boto] tem contribuído, junto com outros fatores, tais como: distância geográfica e ausência de políticas públicas efetivas, para ocultar o enfrentamento da violência contra a mulher naquela região.”

Não Foi Boto, Sinhá
O problema do texto em questão é que além de afirmar que pessoas se valem da lenda do boto para ocultar estupros e demais formas de violência contra a mulher ribeirinha, o texto também dá a entender que a lenda do boto surgiu com essa intenção: 
Essa lenda, possivelmente nascida entre os ribeirinhos amazônicos, é conhecida para além desse universo e foi homenageada por meio de diversas manifestações artísticas, seja em música, poesia e, inclusive retratada no filme (Ele, o Boto) de Walter Lima Júnior e ocupa o rico e até romântico imaginário amazônida, onde habitam outros serem encantados como a Yara[1], a Matinta Pereira[2], e tantos outros encantados, mas que também retratam de forma ricamente estilizada e disfarçada, cenas do cotidiano ribeirinho, que vai da gravidez na adolescência a problemas mais graves: como estupro, pedofilia e incesto.

Portanto, para as juízas a Lenda do Boto retrata “cenas do cotidiano ribeirinho”, como “estupro, pedofilia e incesto”, “de forma ricamente estilizada e disfarçada”. Vale chamar atenção para a palavra “disfarçada” aqui. Isto é, para as juízas a Lenda do Boto se originou como forma de “disfarçar” a gravidez indesejada provocada por estupros feitos por avós, pais, padrastos, tios, cujos familiares encontram na lenda de uma entidade sobrenatural formas de despistar a violência cometida contra a mulher.

Pajelança: o Lado Oculto e Místico da Lenda do Boto

Porém, contribuindo para que a Lenda do Boto não passe a ganhar um sentido ruim, um mero modo fantasioso inventado para encobrir estupros, sendo “fruto de uma sociedade patriarcal”, machista, o presente texto traz algumas informações sobre a Lenda do Boto que ajudará a vermos em sua interpretação original.

Pajelança

A lenda do boto tem relação direta com a Pajelança, ou Encantaria, religião tipicamente da  amazônia, com seres mitológicos e encantados da floresta amazônica. Seus ensinamentos são transmitidos de geração em geração, de forma oral. Se baseia na crença dos caruanas, seres espirituais, que já estavam aqui muito tempo antes dos humanos, e que habitam cidades em baixo das águas dos rios. É por intermédio deles que os pajés possuem o poder de cura e conhecimento sobre os poderes da floresta.
Livro da Pajé Zeneida Lima

E ao contrário do que diz o texto das duas juízas, a Pajelança, ou mais especificamente a Lenda do Boto, não é “fruto de uma sociedade patriarcal”, machista, que afirma a submissão das mulheres, mas antes é uma religião praticamente comandadas por mulheres, por meio de benzedeiras, em que o feminino é algo sagrado, e as mulheres são vistas com poder e sabedoria. E muitas vezes estas são a via que leva os homens a dimensão mágica da natureza.



 
Zeneide Lima, Famosa Pajé de Marajó


A Lenda do Boto
Para a Pajelança, humanos, animais, plantas possuem a mesma natureza, se diferenciam apenas pela aparência, e esta aparência pode mudar magicamente; humanos podem se tornar um animal, uma planta e vice versa, como vemos nas lendas amazônicas como da matinta pereira --- mulher amaldiçoada que se vira em porco, coruja, etc. Sendo assim, a transformação do boto em homem, obedece a esse princípio, e não --- como insinua o texto das duas autoras --- criações originadas como tentativas de ocultar e proteger estupradores.

Segundo a pesquisadora Socorro Simões da UFPa, que já recolheu mais de 5300 narrativas contadas no Pará, a grande maioria é sobre o boto, e ao contrário do que se pensa, não é apenas mulheres que se relacionam com o boto, homens também se relacionam com o boto fêmea, porém ela aparece na forma animal.

Boto e Abusadores
A pesquisadora Socorro Simões também esclarece que os filhos tidos como gerados de uma relação com boto pode, sim, ser uma tentativa de explicar gravidez indesejadas, mas também pode ser fruto real na crença das mães numa relação mágica-religiosa com o boto. Ou seja, a crença no encantamento do boto também deve ser visto como uma forma de religiosidade legítima, e ser respeitada como tal.

FONTES: 
Não Foi Boto, Sinhá: a Violência Contra a Mulher Ribeirinha
Botos São Pais de Meninos e Meninas na Amazônia 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

CHINA: "POR QUE CHINESES COMEM DE TUDO?"


CHINA: "POR QUE CHINESES COMEM DE TUDO?"
Com a recente descoberta do coronavírus, e com a afirmação de que sua transmissão ao ser humano se deu por meio da sopa de morcego, servida na China, a culinária exótica praticada nos países orientais, notadamente na China, volta a ser motivo de indignação e revolta dos habitantes do ocidente.



Para a culinária chinesa quase tudo que é vivo pode se tornar comida. É possível encontrar escorpiões, aranhas, sapos, centopeias, servidos em espetinhos nas ruas das cidades chinesas, além de larvas de insetos, ratos, girinos, cobras, e também, claro, a tradicional carne de cachorro, motivo de indignação naqueles que veem esse animal apenas como animal de companhia.



“Ah, na China Eles Comem de Tudo!”
Antes de atacarmos a China e sua exótica culinária, é preciso que tenhamos em mente que a China possui uma cultura antiga e o povo com maior quantidade de habitantes do mundo, são quase 1 bilhão e meio de pessoas hoje, e que mesmo na antiguidade deveriam ser também numerosos; digamos: 500 anos antes de Cristo já devia ter chinês pra chuchu, bem mais do que outros povos; já pensou na dificuldade de alimentar tanta gente? Foi-lhes, pois, preciso que encontrassem alimento em tudo que fosse mais abundante e mais fácil de ser obtido. Havendo pouca possibilidade de escolha. Sendo assim, se um animal, digamos um morcego, existia em abundância e não era venenoso, ou mesmo que fosse, e tivesse modo de tirar-lhe o veneno, por que não comê-lo? E como a cultura chinesa é antiga, e sendo a China um país que preza pela tradição, hábitos alimentares antigos chineses permaneceram como pratos tradicionais de sua culinária, assim como hoje, passados mais de cem anos do fim da escravidão, ainda comemos a feijoada, tida como invenção dos escravos, feitas com partes de carnes que seriam jogada fora.



“Nossa! Na China eles comem Cachorro!”
Saber que cães faz parte de pratos chineses, choca a maioria dos ocidentais, que se acostumaram a ver cães apenas como animais de estimação, porém, para chineses, as coisas são bem diferentes. Há evidências de que cães já era parte da alimentação de chineses desde a dinastia Qin, há mais de 221 anos antes de Cristo. Há também evidências de que, no extremo oriente, os cães começaram a ser domesticado não com a intenção de servirem apenas de companhia, mas para servirem de alimentos, desde 16 mil anos atrás. O manual médico chinês “Bencao Gagmu”, de 1578, descrevia a carne de cão como alimento que fazia muito bem para os ligamentos, circulação sanguínea e a digestão.



Embora, nós, ocidentais sejamos criados com a ideia de que cães não são animais que sirvam de alimentação, sendo somente animais de estimação, a verdade é que isso é apenas um costume cultural, nenhum animal nasce com as etiquetas “Animal de Estimação”, Animal para Alimentação”. Por que cães e gatos nasceriam apenas para nos alegrar, enquanto galinhas, porcos e vacas, nasceriam apenas para servir de alimento? Tudo é apenas uma questão de costume  e cultura;  para um indiano, por exemplo,seria extremamente incômodo, bizarro e ofensivo ver vacas sendo mortas e sua carne servida em churrasco, já que para esse povo as vacas são animais sagrados e criadas para ser respeitadas e estimadas. Por que nos indignamos ao ver um cão servido como alimento, e não nos indignarmos com galinhas degoladas nas feiras, ou vendidas em supermercado?

“Comida Chinesa é Bizarra!”
Países orientais, como a China, tem nos insetos uma grande fonte de proteína, sendo servido aranhas, escorpiões, baratas, larvas, etc. Contudo, embora cause grande asco em muitas pessoas, vários cientistas já defenderam que, no futuro, os insetos, seriam uma solução para as crises de fome que poderão surgir com a superpopulação mundial, por ser fácil de ser criados, saborosos, nutritivos e resistente a pragas e doenças.

Vale lembrar também que comidas bizarras não existe apenas na China e nos demais países orientais. Cada povo tem os seus pratos bizarros. Exemplos:



Kopi Luak 
Kopi Luak é um tipo de café caríssimo e bastante apreciado no mundo, que é conseguido de forma bizarra. O produtor recolhe das fezes do civeta, um pequeno mamífero comum na Indonésia do tamanho de um gato, que se alimenta do fruto. O processo de digestão do animal, ajuda a dar ao café um sabor  inconfundível e delicioso, dizem seus apreciadores.




Balut
Nas Filipinas um prato tradicional é o balut, que consiste em ovo de pato contendo um feto de pato de quinze dias, que é cosido brevemente. O degustador come o feto de pato inteiro, com direito a bico, pés, tripas e penas.



Escargot e rãs
A culinária francesa é uma das mais famosas e chic do mundo. Contudo não deixa de ter seus pratos esquisitos. Um desses é o escargot, que consiste de um caracol, que é uma lesma gosmenta contida em uma espécie de carapaça. Embora seja caro, o escargot não deixa de causar certo desconforto em alguns. 
Temos também as rãs, que embora sua carne esteja cada vez mais popular, podendo ser encontrada hoje em supermercados, ainda provoca repelência em muitos.



Formigas Içá
No Brasil também se come insetos.
Em interiores de São Paulo, a farofa feito com formigas Içá (fêmea da saúva), é um prato tradicional da culinária paulista e também de regiões do nordeste.



Turu
O Brasil também tem suas comidas bizarras, como o turu, molusco que dá em toras de madeira submersas em rios da amazônia. Na região norte do estado do Pará, ele é bastante consumido, in natura, ou em forma de sopa. O bicho parece uma minhoca.

Para Chineses o Sofrimento do Animal Melhora o Gosto da Comida?
No Brasil alguns animais são fervidos em água quente ainda vivos antes de virarem alimentos --- siris, caranguejos, tartarugas, passam por este processo. Porém para a culinária chinesa não apenas quanto mais o alimento estiver fresco é melhor, o que leva a servirem animais ainda vivos em seus pratos, como há também a crença popular de que a dor faz o prato ficar mais saboroso, por conta disso, costumam arrancar a pele do cachorro com ele agonizando, ainda vivo e pendurado num gancho, ou jogá-los em água fervente para tirar-lhes o pelo.

Para a culinária chinesa, a dor é um dos principais temperos.

sábado, 25 de janeiro de 2020

OS MAIS MACABROS TÚMULOS E ESTÁTUAS DE CEMITÉRIOS


OS MAIS MACABROS TÚMULOS E ESTÁTUAS DE CEMITÉRIOS
Com os modernos cemitérios, uma antiga forma de arte está em vias de desaparecer: a arte funérea.

Tal arte exibe toda o horror, desespero e tristeza provocado pela morte, possuindo seu próprio conjunto de símbolos, que alertam os homens, seja por meio de suas caveiras, do seu destino mortal, seja pelas ampulhetas, o terrível passar do tempo, que lhe traz a decrepitude, a morte e a ideia de que tudo na vida é passageiro, incluindo a própria vida.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

STRIP-TEASE EM VELÓRIOS E FUNERAIS NA CHINA


STRIP-TEASE EM VELÓRIOS E FUNERAIS NA CHINA
Existe uma crença religiosa na China de que quanto mais pessoas presentes no velório ou enterro de uma pessoa, melhor para a salvação da alma do morto. Portanto é natural que as famílias dos mortos, visando o bem de sua alma, crie maneiras de chamar um maior número possível de frequentadores. E após tentarem com comidas, músicas, etc., alguém teve a infalível ideia de organizar strip teases de belas jovens chinesas em pleno velório. Resultado: os velórios e enterros passaram a ficar lotados, e a ser comum em várias províncias da China.


sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

LUKA MAGNOTTA: DOCUMENTÁRIO SOBRE O ASSASSINO DO PICADOR DE GELO


LUKA MAGNOTTA: DOCUMENTÁRIO SOBRE O ASSASSINO DO PICADOR DE GELO
Em 2010, um vídeo com um homem jogando líquido inflamável em um gatinho preso em uma pequena jaula e o queimando vivo, fora publicado na internet.

Tempos depois, mais dois vídeos se seguiram. Num, dois gatinhos são colocados em saco plásticos, lacrados, e retirados todo o ar de seu interior, provocando a morte dos animais. Em outro, um filhote de gato é atado em fita adesiva a um objeto e mergulhado em uma banheira cheia de água, causando o afogamento do animal.


sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

COMO SURGIU A SUPERSTIÇÃO DA SEXTA-FEIRA 13?


COMO SURGIU A SUPERSTIÇÃO DA SEXTA-FEIRA 13?
É sexta-feira 13, o dia mais amaldiçoado do calendário, supostamente quando tudo pode dar errado. Mas de onde surgiu a ideia de que coisas ruins acontecem nesta data?

Sexta-feira e o número 13 já eram associados ao azar por si só, segundo Steve Roud, autor do guia da editora Penguin Superstições da Grã-Bretanha e Irlanda.
"Porque sexta-feira foi o dia da crucificação (de Jesus Cristo), as sextas-feiras sempre foram vistas como um dia de penitência e abstinência", diz ele.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

FILME MOSTRA QUE EDIR MACEDO TEM MEDO DE BARATA MAS ENFRENTA O DEMÔNIO!


FILME MOSTRA QUE EDIR MACEDO TEM MEDO DE BARATA MAS ENFRENTA O DEMÔNIO!
Resolvi assistir o filme Nada a Perder, que conta a história do Bispo Edir Macedo, um dos pastores mais ricos do mundo, dono da TV Record e da Igreja Universal do Reino de Deus, a igreja que mais cresce e enriquece do Brasil.

O filme não é de todo ruim, graças a sua boa fotografia e uma ótima trilha sonora, mas perde em qualidade por sua história ser exagerada e por servir de propaganda descarada da igreja do referido pastor, atacando de forma direta sua arqui inimiga, a Igreja Católica, e pastores de igrejas adversárias, como o pastor milionário, R. R. Soares, o que dá pouca veracidade ao filme.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

O ASSASSINO CONFESSO: HENRY LEE LUCAS (NETFLIX)


O ASSASSINO CONFESSO: HENRY LEE LUCAS (NETFLIX)
A Netflix lançou documentário, dividido em 5 episódios, sobre o assassino americano Henry Lee Lucas, tido como o maior serial killer do mundo.

Henry Lee Lucas, nasceu em agosto de 1936, no estado da Virgínia. Lee não fugiu do padrão das histórias de serial killers: nasceu em uma família desestruturada, em que o pai, alcoólatra, havia perdido as pernas, e a mãe se prostituía, tendo relação sexual com os clientes na frente do próprio filho. Sua mãe o oprimia e o humilhava, fato que o teria levado a matá-la, em 1959, com facadas no peito, quando tinha 23 anos de idade. Foi condenado há 20 anos de prisão, mas cumpriu apenas 10 por excesso da população carcerária.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

"O CORTIÇO": O MAIS RACISTA DOS LIVROS BRASILEIROS


"O CORTIÇO": O MAIS RACISTA DOS LIVROS BRASILEIROS
Finalmente, li um dos mais polêmicos livros brasileiros por seu conteúdo tido como racista: O Cortiço, de Aluísio Azevedo (1857 - 1913), publicado em 1890.

O Cortiço
O livro conta a história da criação do cortiço de São Romão, e do enriquecimento de seu proprietário, João Romão, um português para quem é deixado, como forma de pagamento, uma pequena venda, com todas suas mercadorias, por seu ex patrão, um português que retorna para Portugal.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

ÔNIBUS, LOTADO DE PASSAGEIRO, CAI EM RIO CHEIO DE PIRANHAS NO AMAZONAS


ÔNIBUS, LOTADO DE PASSAGEIRO, CAI EM RIO CHEIO DE PIRANHAS NO AMAZONAS
No ano de 1976, passageiros que viajavam de ônibus da cidade de Manaus, viveram uma terrível experiência, digna de um filme de terror. Seu ônibus caiu em um rio cheio de piranhas. Muitos enquanto se debatiam para não morrerem afogados, tiveram seus corpos mutilados por milhares de piranhas, é o que relembra a matéria abaixo feita pelo Portal Amazônia.

Era madrugada do dia 14 de novembro de 1976, quando o Corpo de Bombeiros do Amazonas foi acionado para um resgate na rodovia AM-010, que liga a capital Manaus a outros municípios amazonenses. À época, os desafios geográficos e de estrutura da Amazônia, ainda maiores que os de hoje, atrasaram a chegada dos bombeiros. Na chegada, os profissionais se depararam com uma multidão que tentava entender o que havia acontecido. Um ônibus estava completamente submerso no rio Urubu. Quando retirado o cenário era comparável a de um filme de terror: 39 pessoas morreram dentro daquele veículo e partes dos corpos haviam sido devoradas por piranhas.

domingo, 17 de novembro de 2019

CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO NAZISTAS (RESENHA)


CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO NAZISTAS (RESENHA)
Se houve na terra algum lugar que se aproximou da ideia de inferno, sem dúvida, esse lugar foi os campos de concentração nazistas, criados durante a segunda grande guerra.


A PROSTITUTA QUE VIROU SANTA DO CEMITÉRIO DA SAUDADE EM CAMPINAS


A PROSTITUTA QUE VIROU SANTA DO CEMITÉRIO DA SAUDADE EM CAMPINAS
Nasce na cidade de Campinas, em 1911, Maria Jandira dos Santos, moça rica que bastante jovem foi abandonada pela família conservadora. De beleza arrebatadora, usou este dote para sobreviver. Era ainda menor de idade quando, por falta de opção e uma certa vocação, entrou para o meretrício.

Divertia os homens em um casarão localizado à rua Visconde de Rio Branco 631, na pensão da cafetina Laudelina. Não fosse o trágico desfecho de sua vida, sua história seria desconhecida como a de tantas outras garotas que se prostituem.

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

4 MENTIRAS SOBRE SEXO QUE OS FILMES PORNÔ FIZERAM VOCÊ ACREDITAR


4 MENTIRAS SOBRE SEXO QUE OS FILMES PORNÔ FIZERAM VOCÊ ACREDITAR
Em tempos de internet, a pornografia invadiu nossas casas sem pedir licença por meio dos milhares de sites pornográficos, de propagandas destes, e em cenas de sexo distribuídos em redes sociais, ou via e-mails. Nunca se consumiu tanta pornografia quanto hoje. Ela se tornou fácil e barato. O poder da indústria pornográfica se tornou tão forte que é quase impossível fugir de sua influência. Hoje, a indústria pornográfica influencia gostos, comportamentos, tanto que muitas pessoas ostentam comportamentos vindos da indústria pornográfica sem saberem disso. O blog BORNAL irá lhe mostrar 4 destes comportamentos, nem sempre sadios.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

A ULTRAPASSADA CIÊNCIA RACISTA DO SÉC. XIX QUE AINDA INFLUENCIA A EXTREMA DIREITA


A ULTRAPASSADA CIÊNCIA RACISTA DO SÉC. XIX QUE AINDA INFLUENCIA A EXTREMA DIREITA
Se hoje o racismo é tido como crime em muitos país, inclusive no Brasil, no passado ele não apenas era a regra geral como era defendido por teóricos que buscavam na ciência fundamentos para suas crenças racistas. E foi no século XIX que teóricos do racismo buscaram com maior intensidade na biologia e na história das civilizações bases para fundamentar suas horríveis teorias que tinham como objetivo demonstrar a suposta superioridade da raça branca sobre as demais raças humanas. Fato que atingiria seu apogeu com o extermínio de povos tidos como inferiores pelo Nazismo no século XX.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

SACI, UM HERÓI NEGRO

SACI, UM HERÓI NEGRO
Cheguei aqui em um navio negreiro; entre mil homens e mulheres de pele preta, separados de seus maridos, esposas e filhos; postos à força em um navio e levados a servirem de animais de carga em uma terra distante, àqueles que teríamos de chamar de “senhores”.

Passamos 90 dias deitados, acorrentados no porão do navio, entre excrementos e urinas, com pouca água e comida, sem saber para onde íamos, sem sabermos se chegaríamos vivos.

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

O MISTÉRIO DO PALACETE BOLONHA


O MISTÉRIO DO PALACETE BOLONHA
A lenda Mistério do Palacete Bolonha começa com uma história de amor. O engenheiro Francisco Bolonha, personagem principal desse mistério, se apaixona pela pianista carioca Alice Tem-Brink e promete a amada que, se ela fosse morar com ele em Belém, construiria para ela um palacete que não deixaria nada a desejar aos europeus.


E foi o que Bolonha fez. Mandou erguer, no ano de 1905, uma das edificações mais importantes da arquitetura de Belém do Pará. O Palacete é um prédio em estilo art noveau, com características clássicas da época do Ciclo da Borracha. E foi construído com o que de mais moderno, em termos tecnológicos, o dinheiro podia comprar. O arquiteto uniu vários estilos arquitetônicos no edifício e realizou a morada mais suntuosa e luxuosa da cidade àquela época.

Mas o que intriga a todos que passaram pelo Palacete Bolonha, são os incidentes macabros ocorridos lá. Uma sucessão de fatos e acontecimentos que permanecem sem resposta nos últimos cem anos. Dizem que o Palacete é um lugar amaldiçoado, ou por ter sido construído sob um antigo brejo, onde se jogavam os corpos dos escravos, ou em função de uma circunstância misteriosa e sobrenatural da vida do engenheiro. Vamos aos fatos.


















Francisco Bolonha nasceu em Belém do Pará no ano de 1870, oriundo de uma família tradicional da cidade que fez sua riqueza através do lucro da extração da Borracha e a venda de escravos. Durante a infância a família se muda para a Europa, para o tratamento da frágil saúde de sua mãe, Henriqueta Bolonha. Vão morar em Paris e aparentemente vivem uma vida tranquila. Mas na volta ao Brasil, depois de alguns anos, ele vive a sua primeira grande tragédia, sua mãe, infeliz por voltar ao Brasil se joga ao mar na frente do menino Bolonha, que “impávido” vê sumir o corpo da mãe nas profundas águas do oceano atlântico.

Aos 10 anos de idade Bolonha, sente o peso da tragédia familiar e volta a Belém, fica quase um ano sem se falar e isso preocupa seu Pai, “Manoel Bolonha”, que tenta de todas as formas ajudar o filho, O menino passa por médicos, psiquiatras, padres, Curandeiros indígenas, até que por conselho de alguém, Manoel da ao menino um cão, da raça “Rotvailer” que o acompanha pelo resto de sua vida. Em algumas semanas Bolonha volta a falar e retoma sua vida. Aos 16 anos Bolonha vai para o Rio de Janeiro, fazer engenharia e depois de formado volta para a Europa para morar novamente em Paris.

Lá convive com a alta sociedade Parisiense, conhece artistas, gente influente, e descobre também a famosa boêmia da França. Festas intermináveis, bebidas, drogas alucinógenas as tão famosas prostitutas francesas. Mas sua animada vida tem um novo rumo com a segunda tragédia na vida de Bolonha, seu amigo arquiteto “Eiffel”, sim… o da Torre, tem uma morte misteriosa na sua frente. O que o faz desistir da glamorosa e rica vida na França e volta ao Brasil.

Logo na chegada ao Rio de Janeiro, conhece a pianista Alice Tem-Brink, se apaixona e desse amor é construído o Palacete Bolonha em um terreno alagadiço pantanoso. Em 1905 o casal vai morar no prédio mais imponente de Belém em companhia de criados e do Cachorro que Bolonha havia ganho na infância.

Durante os primeiros anos, o casal vive em lua de mel, felizes e otimistas com o futuro e com a chegados dos filhos, vivem uma vida de riqueza e prosperidade, mas os filhos não vem, Alice não consegue engravidar, e a relação do casal começa a ficar abalada, até que Bolonha resolve do lado da casa construir um parque para as crianças do bairro. Coincidentemente depois dessa reforma as coisas começam a mudar no Palacete. O comportamento de Bolonha vai se transformando, e o casal começa a ter visões dentro da casa, sons de correntes sendo arrastadas, aparições de espectros de escravos, gritos de horror durante as noites. Isso abala profundamente Alice que vive trancada em seu quarto enquanto Bolonha muda radicalmente seu comportamento, começa a beber, a usar drogas e a levar mulheres para o Palacete. Dizem que chegou a trazer prostitutas da França no auge da sua loucura, fazia festas intermináveis que acabavam em grandes orgias. Enquanto Alice vivia enclausurada em seu quarto, sofrendo em silêncio aquela tragédia.

A cada dia que passa Bolonha, exagera mais na sua vida promiscua, gasta sua saúde e uma grande parte da sua fortuna. Em poucos anos o engenheiro esta um trapo humano, doente com diabetes e sífilis, cai de cama e é cuidado por sua esposa, que se dedica ao marido até o dia em que Bolonha morre decorrente da diabetes. Alice após esse episódio se vê livre, vende o Palacete e com o que resta da fortuna de Bolonha, vai para a Europa e nunca mais volta ao Brasil.


Mas a história do Palacete Bolonha não para por ai, e fica ainda mais Macabra. Depois da venda do imóvel e a morte do Engenheiro O local vira a sede da prefeitura de Belém, que permanece lá durante alguns meses, depois diversas famílias ricas se revezam no local, mas nunca permanecem mais de 6 meses, e mantem em silêncio os segredo e as coisas que acontecem no edifício, talvez para não desvalorizar o imóvel. Muitos dizem que o espirito de Bolonha ficou preso ao Palacete e que ele de la nunca mais saiu.

A história vai ficando conhecida e o povo de Belém que no inicio se deslumbra com a casa do engenheiro, agora tem pavor, e olham com medo para aquela construção macabra. Muitos moradores do bairro de Nazaré vêem durante as madrugadas o cão de Bolonha que ronda a casa, o cão já falecido esta enterrado na frente do casarão com as palavras em latim cuidado com o cão. A população começa então a evitar passar perto da casa durante as madrugadas.

Um dos episódios mais macabros dessa história é que em 1968, dois homens tentam invadir a casa para praticar um furto e são mortos com extrema violência como se publica no Jornal na época:
“Dois corpos foram encontrados estraçalhados no bairro da Campina, entre a Praça da República e o bairro do Reduto. Os corpos, literalmente, haviam sido triturados e partes deles espalhados em frente ao Palacete Bolonha e pendurados em fios da iluminação pública, em um raio de 300 metros; uma verdadeira visão dantesca do inferno em plena Belém!”
Depois desse acontecimento a casa fica fechada durante 30 anos, e as coisas estranhas que aconteciam parecem que ficam fechadas com os segredos de Bolonha, Em 1998 a casa é tombada pelo patrimônio histórico e volta a pertencer a prefeitura de Belém e é reaberta para a visitação.

Mesmo que com menos intensidade a atividades paranormais continuam a acontecer, muitos turistas relatam ter vistos mulheres nas banheiras, vultos passando de uma sala para outra, e latidos de um cão de grande porte. Um vigia que la trabalhava em uma madrugada escuta a voz de Bolonha que pede silencio, apavorado o vigia deixa local aos gritos. Um dos últimos relatos de aparições é que em uma apresentação Musical dentro da casa, de um conhecido grupo de teatro e musica, que foi se apresentar em Belém, uma das bailarinas desse grupo ao usar o banheiro, tem uma visão assustadora e vê uma mulher loira na banheira do Palacete, quando ela vira o rosto é uma caveira. A bailarina passa mal, perde os sentidos desmaia, bate a cabeça e sai de la em uma ambulância.

Muitos paranormais foram até o palacete e a maioria dos relatos é que Francisco Bolonha não conseguiu se desligar da casa e seu espirito, junto com o espirito do seu cão, vagam ha mais de 100 anos pelo local. Existem relatos nessa história que ao tentar curar o filho, o pai de Bolonha fez um pacto com o demônio, dando o cachorro que era a representação deste. E por isso Bolonha para pagar sua divida com as trevas ficou aprisionado ao casarão e a sua vida terrestre.

Até o termino dessa macabra história, O Palacete Bolonha, continua fechado para reformas, e será reaberto para o público em breve…


Essa cronica de terror é dedicada ao maior contador das lendas e histórias assombradas do Pará, o escritor Walcyr Monteiro.

Co-autoria e inspirado no conto de Bosco Silva: A Lenda do Cão Fantasma do Palacete Bolonha.

Esta Crônica é de Autoria de Dino Menezes: O Mistério do Palacete Bolonha.