terça-feira, 24 de maio de 2016
SHIBARI, O SECRETO TESTE DE VIRGINDADE DAS GUEIXAS
terça-feira, 17 de maio de 2016
RELATO DO LEITOR: A Promessa da Defunta (por Bosco Silva)
RELATO DO LEITOR: A Promessa da Defunta (por Bosco Silva)
Esta história era contada por meus familiares que conheceram os envolvidos. Vamos a ela:
Três amigas fazem uma promessa quando jovens: “Que a primeira a morrer venha dizer às outras como é onde está”.
Após a promessa, os anos se passaram. Casaram-se e se distanciaram uma das outras. E com o passar da idade, a promessa, aos poucos, foi se apagando da memória, mas não por completo.
Quando finalmente a primeira morreu, uma das amigas, ao saber do ocorrido, imediatamente, foi ao seu velório desfazer o trato. E ao ouvido da defunta no caixão, lhe disse: “Amiga, desfaço o trato, deixe que eu própria descubra o seu paradeiro após minha morte”.
Porém, a terceira permaneceu ignorando a morte da outra.
Então, numa noite, sob a luz de velas, em seu quarto, com a casa fechada, na ausência de seu marido e filhos, a terceira amiga ouviu passos a se arrastar em sua casa, no silêncio da noite. Os passos pareciam seguir lentamente em direção à porta de seu quarto. O medo aumentou quando ela reconheceu que os passos não eram familiares. E quando pararam próximos à porta do quarto, vencendo o medo, ela perguntou: “Quem é?”. Porém, nenhuma resposta foi dada. E com medo, se cobriu toda com o lençol. A porta, então, se abriu lentamente, fazendo ranger as dobradiças enferrujadas. E um vento frio inundou o quarto nesse instante. Ela tremia sob o lençol, enquanto o arrastar de sandálias entravam no quarto, e pararam ao lado de sua cama, e uma voz antiga e familiar lhe sussurrou ao pé do ouvido:
“Não posso lhe contar onde estou, mas posso lhe dizer que onde estou é assim...”
E o vento apagou a luz das velas. Inundando o quarto de trevas.
quinta-feira, 12 de maio de 2016
IGNORÂNCIA E PRECONCEITO AO HEAVY METAL
RELATOS VERÍDICOS SOBRE VAMPIROS DA HUNGRIA
terça-feira, 10 de maio de 2016
KRYSTIAN BALA, O ESCRITOR SERIAL KILLER
KRYSTIAN BALA, O ESCRITOR SERIAL KILLER
Numa pequena cidade polonesa, um corpo é pescado de um rio, com sinais de uma morte sórdida: mãos atadas por uma corda ao redor do pescoço. Indicando que o homem foi amarrado para facilitar o afogamento. A polícia identifica como sendo o cadáver de Dariusz J, dono de uma pequena agência de publicidade, sem dívidas ou inimigos.
Vários anos se passam sem que a polícia de Wroclaw consiga revelar seu assassino, até que um investigador do caso, navegando pela internet em 2007, ao visitar um fórum de discussão de um romance policial, nota que o crime do livro discutido tem bastante semelhança com o assassinato de sete anos trás. O que o leva a comprar e examinar o romance em detalhes.
O livro se chama AMOK, o primeiro romance de um escritor novato, lançado em 2003, chamado Krystian Bala. E após o fim de sua leitura o investigador fica impressionado com os detalhes que o livro narra sobre um crime extremamente semelhante ao caso real. O investigador é levado a conclusão de que não é mera coincidência, o escritor narrou o próprio crime que ele cometeu.
Este, sem dúvida, seria um tema interessante para um romance policial, se não tivesse um grande detalhe: tudo que foi narrado é real até as últimas palavras.
Krystian Bala foi condenado a 25 anos de reclusão, embora continuasse argumentando que se inspirou em notícias de televisão para escrever o livro. Contudo foi encontrado algumas ligações de Bala ao caso, como uma ligação telefônica de Krystian para o morto, antes de desaparecer, e o motivo do crime: Krystian Bala, um homem possessivo e controlador, desconfiava que Dariusz mantinha um caso com sua ex-esposa.
Com a repercussão do crime, Amok tornou-se um best seller na Polônia. O que motivou Bala a escrever um segundo livro na prisão. O relatório de evidências da polícia, contudo, informa que ao inspecionar seu computador na prisão encontrou planos de matar uma nova vítima, para combinar com seu segundo romance.
Espero que os leitores brasileiros não generalizem, pois este é um dos poucos casos em que um escritor encarna na própria vida a ideia do escritor que concretiza o que escreve, um tema bastante explorado em filmes e livros policiais.
domingo, 8 de maio de 2016
CONTO: O SEGREDO DA GUILHOTINA
sábado, 7 de maio de 2016
RELATO DO LEITOR: Uma Incrível Experiência Fora do Corpo (por Rômulo Martins)
sexta-feira, 6 de maio de 2016
“NIGHT OF THE DEMON”: UM CLÁSSICO DO ROCK ’n’ HORROR
quinta-feira, 5 de maio de 2016
RELATO DO LEITOR: O Fantasma da Ilha de Cotijuba (por Ivanilson Rodrigues)
quarta-feira, 4 de maio de 2016
O INCRÍVEL CASO DO MONGE COM O CORAÇÃO INDESTRUTÍVEL
Vivemos em um mundo rodeado de mistérios; muitos, certamente, produzidos por mal entendidos, erros de interpretação, ou por pura enganação de pessoas inescrupulosas, que tentam por meio deles tirar alguma vantagem, como os falsos milagres criados por religiosos que os usam para impressionar, e cativar, devotos incautos, como as dezenas de pastores que exploram a ignorância e esperanças alheias, e que nunca põe em prática o que ensina a seus devotos. Porém, há também aqueles que parecem ser tão evidentes, que mesmo com todas as evidências possíveis ainda o concebemos como impossíveis. O poder da mente sobre o corpo parece ser um desses casos.
terça-feira, 3 de maio de 2016
A REENCARNAÇÃO DE BENJAMIN BREEG - Parte II
AS MÃOS ASSASSINAS DE BENJAMIN BREEG - Parte I
domingo, 1 de maio de 2016
SEXO, PROSTITUIÇÃO E ASSASSINATOS NO VATICANO
A HISTÓRIA DE ANN, A BONECA POSSUÍDA
quarta-feira, 27 de abril de 2016
OS SEGREDOS DOS PORÕES DO VATICANO - Parte I: Os Documentos Secretos do Vaticano
quinta-feira, 21 de abril de 2016
O GAROTO QUE AMAVA UMA SEPULTURA
domingo, 17 de abril de 2016
EDGAR ALLAN POE PREVIU AS LOUCURAS DE UM SERIAL KILLER
EDGAR ALLAN POE PREVIU AS LOUCURAS DE UM SERIAL KILLER
Muito tem se discutido sobre o grande poder da literatura de ficção científica de prever novas invenções e descobertas humanas do mundo real. Assim, vez por outra, alguém lembra que Júlio Verne em seus livros foi capaz de antecipar a ida do homem à lua, de prever submarinos com a capacidade de percorrer grandes extensões de oceanos, etc.
Este poder de prever o futuro não está apenas na ficção científica, curiosamente, se encontra também em uma parte da literatura, que poucos diriam possuir esse poder: a literatura de terror, e, especificamente, na literatura do famoso escritor americano Edgar Allan Poe.
Edgar Allan Poe (1809 - 1849) foi um escritor que em sua obra deu vida a personagens que se situam na tênue linha entre a razão e a loucura, entre o real e o ilusório. E em grande parte de suas histórias, ele emprestou a seus personagens sentimentos experimentados por si próprio. A morte do outro, por exemplo, um tema tão recorrente em sua obra, foi vivida de forma bastante trágica por ele, por meio da morte de pessoas queridas suas, que se foram cedo em sua vida: a morte de sua mãe, de sua madrasta, sua irmã e sua esposa.
Seus contos são um verdadeiro mergulho nos medos e desejos mais obscuros do ser humano.
Seu conto “O Coração Delator” conta a história de um homem que mora junto de um velho senhor, que é cego de um de seus olhos; um olho com a cor azul pálido e coberto por uma película leitosa.
O olho do velho começa aos poucos a influenciá-lo, causando-lhe uma estranha mistura de medo e fascínio. Até que o homem mata o idoso, enterrando-o sob o chão de madeira da casa.
Policiais desconfiados com o sumiço do idoso vão a casa dele. Ele convida-os para entrarem, sem nenhum traço de medo ou arrependimento. E sentado em um banco, sobre o corpo do velho, como um sinal de triunfo e superioridade sobre os policiais, ele começa a mentir para os mesmos. Até que, de repente, ele começa a ouvir o coração do velho bater, batendo cada vez mais forte. O som do coração perturba tanto seu espírito ao ponto de não poder mais esconder seu crime. Confessando aos policias ser o autor do assassinato.
Este conto é um mergulho profundo na mente de um assassino. Tudo está lá: o narcisismo do criminoso, que se julga superior a vítima e aos outros; a desculpa de encontrar no outro a causa do assassinato; a tentativa de convencer o público de que havia alguma razão na morte da vítima etc.
E ao ler um episódio fundamental da vida do serial killer, Edmund Kemper, o matador de colegiais, é impossível não lembrarmos do “O Coração Delator”, de Poe.
Edmund Kemper, nascido em 1948, foi acusado de 10 assassinatos, incluindo o de sua própria mãe. Começou a matar com 15 anos, matando os avós primeiro. Foi estuprador, necrófilo e esquartejador, que fazia sexo com cadáveres sem faces ou sem cabeças, que se especializou em matar colegiais, para as quais oferecia caronas. Impressionante em seu tamanho e peso (2,06 cm de altura e 140 quilos) e com um QI de 145. Continua preso ainda hoje, pela pena de prisão perpétua.
Um dia Kemper decidiu matar sua mãe, com quem não tinha boa relação. Entrou em sua casa sem ser percebido, e a decapitou com um machado enquanto ela dormia. Fez sexo com seu corpo decapitado. Contudo, assim como no conto “O Coração Delator”, sua mãe, mesmo morta, ainda fazia-se ouvir através de seus gritos na mente doentia de Kemper; os mesmos gritos que ela lhe lançava quando brigava e o repreendia quando estava viva. Edmund kemper foi até a cozinha, pegou uma faca, tomou a cabeça dela em seu colo, e cortou suas cordas vocais, na tentativa de calá-la.
Tanto o coração denunciador do conto de Edgar Allan Poe quanto os gritos da mãe de Edmund Kemper representam a consciência pesada de ambos os assassinos. As semelhanças entre o assassino imaginário de Poe e o assassino real, Kemper, não são meras coincidências, mas representa a genialidade de Edgar Allan Poe, que conseguiu conceber com fidelidade a mente de um assassino, com tanta fidelidade, que podemos dizer que Poe previu que haveria um assassino semelhante ao assassino de sua história fictícia.
Dias depois, assim como na história de Poe, Edmund Kemper se entregaria por sua própria vontade aos policiais de sua cidade.
Abaixo, um pouco sobre a literatura de Edgar Allan Poe:






















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